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Curiosidades 15. 1. 2020

As maiores conquistas da indústria da Moda na última década

by Mónica Bozinoski

 

A Moda sempre foi mais do que roupa pendurada em manequins. A Moda sempre foi sobre pessoas. Sobre acompanhar os tempos e mudar com o tempo. Sobre conquistas que erguem bandeiras de respeito. Seja ele de que forma for.

Os novos watchdogs e a democratização da crítica

Sunnei, primavera/verão 2020 © Getty Images

Em tempos, uma indústria guardada a sete chaves 
por um grupo de pessoas verdadeiramente restrito – a Moda – viu os seus portões abrirem-se cada vez mais com o aparecimento das redes sociais. Em 2014, Tony Liu e Lindsey Schuyler formaram o Diet Prada, uma conta de Instagram que, até há muito pouco tempo, permaneceu anónima – e a indústria nunca mais foi a mesma. Aquilo que começou como uma brincadeira entre dois colegas de trabalho acabou por se transformar num dos maiores watchdogs da Moda: 1,6 milhões de seguidores and counting, uma série de exposés de marcas, celebridades, influenciadores, fotógrafos  e outros players influentes na indústria, seja pela imitação, pela apropriação, pela injustiça ou pelos abusos de poder, e uma influência inegável no mundo da Moda e naquilo que ele será daqui em diante. “Para nós, nada é sagrado. Não sei porque é que esta indústria se protege tanto a si mesma”, defendeu Liu ao Business of Fashion.

“Noutras indústrias, as pessoas dizem o que querem e o mesmo devia acontecer na Moda. Acho que é uma novidade. Somos uma voz nova e tão dissonante que qualquer tipo de crítica mais dura parece bullying, mas não é. É só uma crítica.” Crítica essa que, como nos mostram nomes como @hautelemode (Luke Meagher) e @pam_boy (Pierre Alexandre M’Pelé) está a tornar-se cada vez mais democrática, livre e espontânea. “Os jovens estão tão fartos do sistema e das estruturas de poder”, contou Pierre à Vogue Portugal em junho de 2019. “É por
 isso que emergem vozes 
do exterior e é por isso que elas são tão refrescantes. Temos de agradecer à Internet e às redes sociais por providenciarem aos jovens estas incríveis plataformas globais para se expressarem e desafiarem o sistema.”

O debate sobre apropriação cultural

Marc Jacobs, primavera/verão 2017 © ImaxTree

Ainda que nem sempre pelas melhores razões – mas sempre pelas mais necessárias –, 
a apropriação cultural foi um dos chavões que mais definiu a indústria da Moda nos últimos anos: e foram poucas as marcas que escaparam às consequências daquilo que se define como “o ato de tirar ou utilizar coisas de uma cultura que não é a sua, especialmente sem mostrar que compreende ou respeita essa cultura.”
 A francesa Chanel foi acusada de apropriação cultural por causa de um boomerang com o icónico duplo C, Marc Jacobs sofreu do mesmo mal quando colocou rastas coloridas 
nos cabelos das modelos escolhidas para o seu desfile de primavera/verão 2017,
a italiana Prada foi fortemente criticada por lançar uma 
linha de chaveiros e figurinos intitulada Pradamalia, cujas “personagens” tinham rostos negros e lábios vermelhos exagerados, que lembravam 
o blackface.

Uns meses depois foi a vez da Gucci ser acusada do mesmo, primeiro por 
criar uma camisola preta cuja gola ia até aos lábios, com uma abertura nos mesmos delineada a vermelho – blackface, dizia a Internet –,
 e mais tarde por pôr à venda um turbante. “O turbante
 Sikh não é um acessório
 novo e entusiasmante para
 os modelos caucasianos, 
mas sim um artigo de fé para os Sikhs praticantes”, declarou o Twitter aquando do acontecimento. Numa era em que o silêncio é a morte
 do artista, a marca removeu a camisola das suas lojas, emitiu um pedido de desculpas e contratou Renée Tirado para
 a posição de diretora global
 de diversidade, igualdade e inclusão, um cargo até então inexistente nos 98 anos da Gucci. Num esforço para ouvir as acusações de apropriação cultural e fazer alguma coisa sobre elas, marcas como Chanel, Prada e Burberry adotaram a mesma atitude.

Beleza em todos e de todos os tamanhos

Ashley Graham © Getty Images

Ashley Graham. Candice Huffine. Paloma Elsesser. Tara Lynn. Robyn Lawley. Alva Claire. É possível que associe cada um destes nomes à importante conversa sobre a diversidade de tipos de corpo e a sua representatividade, e a forma como a indústria tem vindo a abrir os olhos para além dos tamanhos considerados standard. Como reportou a edição australiana da Vogue em novembro de 2018, “no decorrer da temporada de desfiles de primavera/verão 2019, das 2.203 modelos que apareceram nos 76 maiores desfiles, apenas 49 eram plus-size." Apesar de lenta, a mudança de paradigma é inegável, com cada vez mais marcas, passerelles e campanhas a abrirem os horizontes.

“No início, quando assinei um contrato como modelo plus-size, não havia uma casa para mim”, contou Huffine à Elle. “As revistas não eram diversas nessa altura ou abertas à ideia de tamanhos diferentes, mas no decorrer da última década vemos que a mudança tem sido real porque a conseguimos segurar nas nossas mãos. Conseguimos abrir uma revista e ver um corpo como o meu ou o da Ashley Graham ou ver uma grande variedade de mulheres. E penso que
 esse é o maior indicativo de mudança e o mais gratificante dos sentimentos. Sei que deixei uma marca nisso. E sei que o melhor ainda está para vir.”

O cuidado pelo planeta

Stella McCartney © Getty Images

Foi no dia 23 de agosto de 2019 que a indústria da Moda deu um dos passos mais significativos em nome da sustentabilidade: a assinatura do Fashion Pact, um pacto que uniu 150 marcas e os líderes do G7 num compromisso contra as alterações climáticas, a perda da biodiversidade e o impacto negativo da indústria nos oceanos. Com uma lista
 de apoiantes que inclui nomes como Chanel, Burberry, Gucci, Stella McCartney e Alexander McQueen, e importantes grupos como a Inditex, o
 H&M Group, o Grupo Prada
 e o  conglomerado Kering,
 este pacto veio cimentar que
 a sustentabilidade não é uma tendência passageira.

“Cada vez mais consumidores e clientes, bem como a geração Z e os millennials, estão a 
exigir que as marcas ajam”, disse Marie-Claire Daveu, chefe do departamento de sustentabilidade da Kering, ao The Guardian. “As empresas listadas também percebem
 que cada vez mais investidores e analistas financeiros têm 
em conta fatores como as alterações climáticas na gestão dos riscos. Os presidentes e os designers, que também são cidadãos do mundo, estão extremamente conscientes
 do papel importante que desempenham naquela que
 é uma das mais importantes questões do século. Não é uma opção – hoje, é um dever para quem está à frente de uma empresa internacional.”  

As grandes casas abrem as portas à mudança

Olivier Rousteing © Getty Images

Em 2011, quando Christopher Decarnin saiu da francesa Balmain, a escolha de Olivier Rousteing como diretor criativo da maison foi um tanto controversa – e única. “Hoje, a diversidade é um grande tópico, mas quando eu comecei na Balmain em 2011, a diversidade não era um grande tópico”, 
disse Rousteing durante a conferência Forces of Fashion, em outubro passado. “Acho que é importante referir que era uma espécie de tabu –
 as pessoas não mencionavam a cor da minha pele nem mencionavam de onde eu vinha. Temos de nos lembrar que a França é sobre tradição. Eles não gostam de quebrar as regras em França. Eu tinha 24 anos quando assumi o papel de diretor criativo da Balmain, e decidi puxar pela diversidade e relembrar as pessoas de que hoje talvez possa ser o único a ser diretor criativo de uma marca de luxo francesa,
 mas amanhã teremos de mudar, tomar uma atitude e lutar contra isso, garantir
 que podemos ter mais cores na Moda.”

Cinco anos depois,
 e pela primeira vez na sua história, a francesa Dior nomeia uma mulher para assumir o leme da Casa. “Sinto que é uma grande responsabilidade”, disse Maria Grazia Chiuri à Interview sobre ser a primeira diretora criativa da Dior. “Eu quero dar o meu ponto de vista, mas, ao mesmo tempo, quero que as mulheres decidam aquilo que querem. A Moda é para ser disfrutada, não é algo que tenha de ser restrito.” Em 2018, foi a vez da Louis Vuitton abrir 
as portas e deixar a mudança entrar – como quem diz, Virgil Abloh, o atual diretor criativo das linhas masculinas da Casa francesa e um dos responsáveis por transformar o menswear 
da Vuitton num verdadeiro
 hype fest. A estreia de Abloh, como apontou o site dos
 CFDA na altura, “é significativa em diversos níveis”: o fundador da Off-White tornou-se num dos poucos designers norte-americanos a assumir 
as rédeas criativas de uma
 Casa europeia e o primeiro diretor criativo afro-americano da Louis Vuitton.

A estreia de Halima Aden

Halima Aden © ImaxTree

“Para perceberes a importância da representação tens de perguntar às pessoas que nunca se sentiram justamente representadas. Para mim, sempre que eu
 via alguém vestida como eu num filme, a personagem era alguém que era oprimida. (...) Sempre que via alguém que se parecia comigo, era possível que essa pessoa estivesse a fazer algo de errado. Agora,
 eu posso representar a minha comunidade à maioria.” As palavras são de Halima Aden, a primeira modelo que usa hijab a garantir um contrato com a IMG Models e a desfilar para marcas como Max Mara, Yeezy e Alberta Ferretti.

“Tenho de dar muito crédito à indústria porque vi um enorme crescimento num curto período de tempo”, defendeu
 a modelo à edição britânia da Vogue. “Tem sido incrível ver mais modelos em campanhas e nas passerelles a usaram os seus hijabs com orgulho (...) Quando falamos de uma inclusão mais global, o mais importante
 é continuarmos a ter esta conversa e a convidarmos as modelos a contribuírem para a indústria de outras formas. (...) É incrível quando as modelos podem fazer mais, ter uma 
voz e falar sobre assuntos importantes. Acho que esse é o próximo passo para a Moda.”

Don’t be a drag, just be a queen

Violet Chachki, Met Gala 2019 © Getty Images 

É difícil negar que, nos 
últimos anos, a cultura drag se transformou num fenómeno mais mainstream do que nunca
– e podemos agradecer ao 
culto de Paris is Burning, ao sucesso da série Pose e ao fenómeno que é RuPaul’s Drag Race. Foi deste último que saíram algumas das drag queens que mais têm influenciado a indústria da Moda. Da estreia
de Aquaria e Violet Chachki
 na Met Gala – foram as duas primeiras “rainhas” a serem convidadas para o evento, chegando à passadeira cor-de-rosa de Camp: Notes of Fashion vestidas em Jean Paul Gaultier
 e Moschino, respetivamente
–, à presença de nomes como Miss Fame, Valentina, Pearl e Milk nas páginas das revistas mais glossy, nas mais cobiçadas das front rows e nas mais cool das campanhas, não faltam provas de como a força, autenticidade e exuberância da cultura drag tem sido posta debaixo do holofote. “Neste momento o drag está trending, e é por isso que a indústria da Moda está a abraçar a comunidade e mais designers estão a colaborar connosco”, disse Violet Chachki à Vogue Austrália. “O RuPaul plantou essa semente com o seu álbum Supermodel of the World, que foi lançado em 1993 (...) Com a Internet e o programa RuPaul’s Drag Race, a semente cresceu.” 

A visibilidade transgénero

Andreja Pejicc © Getty Images

“Somos uma pequena, pequena minoria, por isso acho que é importante perceber que apesar de existirem muitas mulheres transgénero no mundo, não existem muitas modelos transgénero.” As palavras são de Teddy Quinlivan, a primeira modelo transgénero a ser nomeada como rosto da Chanel Beauty. Nos últimos anos, a indústria tem vindo a “acordar” para a inclusão de modelos transgénero, com nomes como Andreja Pejić, Indya Moore, Hunter Schafer, Valentina Sampaio e Hari Nef a liderarem o caminho para uma mudança significativa – mas não são apenas os modelos que estão a criar ondas de inclusão.

Em 2019, Pierre Davis, fundadora e diretora criativa da marca
 No Sesso, foi a primeira designer transgénero a mostrar uma coleção na Semana de Moda de Nova Iorque. “O facto da Pierre ser a primeira mulher transgénero na NYFW é algo importantíssimo”, disse Arin Hayes, co-diretor da No Sesso, à revista Paper. “Mas, ao mesmo tempo, estamos em 2019, e é um pouco embaraçoso que só esteja a acontecer agora. (...) Ainda assim, o facto de ela ser uma mulher negra transgénero é muito importante para a intersecionalidade na Moda. A Moda precisa mesmo
 de agir com amabilidade, agora mais do que nunca.” 

Os direitos LGBTQ+

Burberry primavera/verão 2018 © ImaxTree

Não é segredo que a comunidade LGBTQ+ é
 uma das maiores forças criativas por detrás da indústria da Moda – mas é uma comunidade à qual, até há bem pouco tempo, era extremamente negligenciado um lugar central na conversa. Nos últimos anos, contudo, foram vários os momentos em que os direitos LGBTQ+ foram postos em cima da mesa. No seu último desfile como diretor criativo da Burberry, Christopher Bailey dedicou a coleção primavera/verão 2018 “às melhores e mais brilhantes organizações que apoiam a juventude LGBTQ+ no mundo inteiro.” Da imponente capa com as cores da bandeira pride usada por Cara Delevingne aos tons arco-íris que complementaram
 o tartan de assinatura da Burberry, o capítulo final
 de Bailey na Casa britânica foi um verdadeiro statement. “Nunca existiu um tempo mais importante que este para dizer que é na nossa diversidade que está a nossa força, e a nossa criatividade”, disse Bailey na altura.
 O antigo criativo da Burberry não estava sozinho – Ashish, Opening Ceremony e No Sesso são três exemplos
 de marcas que já usaram (e continuam a usar) as suas plataformas como forma
 de dar voz à comunidade LGBTQ+, em todas as
 frentes do mundo da Moda

A idade deixa de ser o limite

Bottega Veneta, primavera/verão 2017 © ImaxTree

"Os debates sobre diversidade na Moda são agora comuns, mas a conversa raramente se estende à falta de variedade
na representação de idade”, escreveu Jake Hall no artigo Does Fashion Really Have an Ageism Problem?, publicado no site Highsnobiety em outubro passado. “À parte do ocasional regresso da ‘super’ (veja-se Christy Turlington para o outono/inverno 2019 de Marc Jacobs), o aparecimento de agências [de modelos] como
a Grey e o raro sucesso de modelos como Maye Musk, agenciada aos 69 anos de idade, e Kristen McMenam, cuja carreira continuou consistente nos seus cinquentas, a Moda continua a ser excessivamente dominada por modelos mais jovens.

Quando modelos mais velhas são selecionadas, são frequentemente escolhidas a dedo como ícones de outras indústrias, como é o caso da autora de 80 anos Joan Didion e da sua campanha lendária para a Céline [na altura o acento ainda existia].” Apesar da indústria ainda ser controlada pela ideia de juventude, as últimas estações têm visto uma mudança de paradigma: dos castings de Simone Rocha, MM6 Maison Margiela e Balenciaga às campanhas de marcas como The Row, Mango, H&M e Fenty, que contou com a modelo JoAni Johnson como musa da mesma, o conceito de ageless parece caminhar mais no sentido da norma do que no da exceção à regra. “Eu gosto de ter a capacidade de quebrar todas as regras da Moda, ao mesmo tempo que inspiro grandes grupos de pessoas a pensar na inclusão, de forma mais ampla, neste espaço”, disse Johnson numa entrevista ao Hypebae. “Aquilo que eu represento não é apenas uma moda, e é por isso que a minha carreira está a desafiar o status quo de forma positiva.”

No wings, no problem

Slick Woods, Savage x Fenty © Getty Images 

“As manchetes deste fashion month têm sido dominadas por uma mulher. Oh na,na, what’s her name? A apresentação do outono/ inverno 2019 da Savage x Fenty de Rihanna durante
a Semana de Moda de Nova Iorque esmagou o conceito do desfile tradicional em pedaços”, escreveu Alice Newbold para a edição britânica da Vogue em setembro passado. Tal como o desfile de estreia da marca de lingerie da autoproclamada bad gal, a sua mais recente apresentação foi um acontecimento que muitos definiram como “aquilo que a Victoria’s Secret deveria ser” – ou seja, mais inclusivo, mais representativo, mais diverso, mais contemporâneo, mais real.

“Todas as mulheres merecem sentir-se sexy. 
Nós somos sexy, nós somos multifacetadas, e eu quero que as mulheres abracem 
isso ao máximo”, explicou Rihanna sobre o mais recente desfile da marca, que contou com um elenco de modelos, bailarinas e convidados musicais verdadeiramente inclusivo e representativo dos mais diversos tipos de corpo, tons de pele, etnias e géneros. “Aquilo que eu procuro são características únicas em pessoas que, normalmente, não têm destaque no mundo da Moda no que diz respeito
 a lingerie e sexy, ou aquilo que a sociedade vê como sexy.”

Dez anos de Chromat

Tess Hollyday no desfile de 10 anos da Chromat @ ImaxTree

Há sempre um sentimento de conquita no ar quando uma marca atinge a meta de uma década – especialmente quando essa marca contribuiu para colocar o conceito de inclusividade no mapa. “Algumas pessoas priorizam materiais muito caros, outras priorizam todos os tamanhos diferentes. Isso reflete a missão
 da marca”, disse Becca McCharen-Tran, fundadora da Chromat, à Glamour. “Para nós, o plus-size sempre foi importante porque eu não uso tamanhos sample
 e planeava criar roupas que eu também poderia usar. Essa foi uma forma fácil
 de começar. Sempre estive rodeada por amigas de todos os tamanhos que eu poderia querer usar como modelos.”

Não é só neste sentido que
 a Chromat se tem vindo a distinguir – ao longo dos anos, a inclusividade como ADN e não como estratégia traduziu-se em castings com modelos com diversos tons de pele, mulheres grávidas, com próteses, plus-size, drag queens, pessoas não-binárias e transgénero. No desfile
 que assinalou os dez anos da marca, na Semana de Moda de Nova Iorque, a passerelle contou com nomes como Tess Holliday (que usou um vestido branco estampado com as palavras “sample size”), Ericka Hart, Diandra Forrest e Viktoria Modesta.

Artigo originalmente publicado na edição de janeiro de 2020 da Vogue Portugal.

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