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Pessoas 22. 2. 2019

18 celebridades que quebraram as regras da passadeira vermelha

by Emily Chan

 

Do vestido em carne de Lady Gaga ao vestido cisne de Bjork nos Óscares, a Vogue revisita os coordenados que, ao longo dos anos, desafiaram as regras de estilo da passadeira vermelha.

©Getty Images

As cerimónias de entrega de prémios são, para além das suas intenções e propósitos, um palco – onde se respira a fantasia da Moda, onde o talento é celebrado e, mais recentemente, uma ocasião para marcar uma posição. No passado ano, por exemplo, as cerimónias em Los Angeles e Londres foram um ato de solidariedade para com o movimento #MeToo, com o preto a ser a cor dominante na maioria dos coordenados. Mas os statements podem existir em diferentes formas e estilos – e cortes e cores também. Ao longo dos anos, a passadeira vermelha foi pisada por uma série de audazes, que subverteram as regras de estilo do seu tempo.

Os arquivos mostram-nos looks verdadeiramente inesquecíveis, como o vestido cisne de Bjork, que dominou as manchetes durante os Óscares de 2001 – e porque rejeitar o tradicional vestido de noite não era suficiente, a cantora levou as coisas ainda mais além quando decidiu parar para “chocar um ovo” em plena passadeira vermelha.

Nos MTV Video Music Awards de 2010, foi a vez de Lady Gaga causar polémica com um vestido feito de carne crua. Apesar de ter sido considerado com uma tomada de posição em defesa dos direitos dos animais, a cantora revelou que o look era uma forma de dizer que “se não defendermos aquilo em que acreditamos, vamos ter tantos direitos como a carne nos nossos ossos.”  

Os nomes que atiraram o livro de estilo janela fora continuam com Cher, que redefiniu todas as convenções da passadeira vermelha nos Óscares de 1986, com um look que deixava o diafragma à vista de todos. A cantora – que disse que não queria parecer “uma dona de casa num vestido de noite” – foi o centro de todas as atenções graças ao seu coordenado de duas peças, bem ao estilo Showgirl, e ao seu headpiece dramático com penas, criado pelo lendário designer Bob Mackie.

Apesar de hoje ser muito mais comum mostrar pele na passadeira vermelha, Elizabeth Hurley conseguiu o seu devido lugar na história quando, em 1994, usou aquele mítico vestido safety pin da Versace, na estreia de Quatro Casamentos e um Funeral. Quase duas décadas depois, o coordenado ainda é referenciado nos dias de hoje.

Outro power move memorável é o statement feminista de Julia Roberts que, durante a estreia londrina do filme Notting Hill em 1999, deixou transparecer os pelos das suas axilas. Anos mais tarde, a atriz admitiu que o acontecimento não tinha sido propositado, explicando que não teve em consideração o comprimento das mangas do seu vestido em lantejoulas quando acenou aos fãs. Numa entrevista com Busy Philipps no programa Busy Tonight, em novembro do ano passado, a atriz clarificou que a situação “não foi bem um statement, na medida em que faz parte do statement que eu faço comigo mesma enquanto ser humano neste planeta.”

Recentemente, o ator Ezra Miller quebrou todas as barreiras do estilo masculino – que tipicamente, na passadeira vermelha, consiste em usar um fato à medida com um laço – ao optar por um vestido tipo puffer com assinatura Moncler x Pierpaolo Piccioli, que completou com um batom escuro nos lábios. O look foi para a red carpet da estreia de Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald em Paris.

A poucos dias da nonagésima primeira edição dos Óscares – e na esperança que a passadeira vermelha nos traga algumas surpresas -, a Vogue reuniu os momentos de estilo que, ao longo dos anos, desafiaram as regras. 

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