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Curiosidades 24. 6. 2019

Sete designers que revolucionaram a forma como vemos a Moda

by Mónica Bozinoski

 

Visionários, disruptivos e inovadores, pegaram na Moda pelos pés, viraram-na de cabeça para o chão e abanaram-na até que todas as regras caíssem e desmoronassem, como só os verdadeiros génios conseguem. Audazes aos olhos de uns, maníacos aos olhos de outros, foram eles que nos ensinaram a querer mais do que o tecido, o corte e a costura.

Elsa Schiaparelli  

O chapéu em forma de sapato desenhado por Elsa Schiaparelli em colaboração com Salvador Dalí, em 1937 ©Getty Images

A história de Elsa Schiaparelli é uma de muitas primeiras vezes. Nascida em Roma, numa família conservadora de aristocratas e intelectuais, Schiaparelli estudou Filosofia, escreveu um livro de poesia que deixou os pais enfurecidos, fugiu para Londres para se afastar de um pretendente russo, conheceu o marido na capital inglesa, mudou-se para Nova Iorque e, em 1922, voou para Paris, mãe solteira, depois de se divorciar. Foi aí que, em 1927, criou o primeiro pullover tricotado à mão com um laço trompe-l’oeil – e a popularidade foi tão monumental que a criadora teve que expandir a sua equipa para conseguir atender a todos os pedidos.

Com a coleção de malhas a catapultar o sucesso, Schiaparelli foi a primeira a introduzir o vestido wrap e o vestido-tuxedo, bem como a primeira a usar fechos visíveis na Alta-Costura, tanto para fins decorativos como práticos; foi a precursora das culottes, do power suit e do hard chic; foi responsável por integrar um soutien num fato de banho, por criar o casaco de noite, por transformar meros botões em pequenas obras de arte, e por conceber a cor shocking pink. Mas, de todos os contributos que deixou, nenhum soou mais alto do que a sua visão colaborativa, visão essa que a levou a unir forças com alguns dos nomes mais sonantes da época.


“Trabalhar com artistas como Bebè Bérard, Jean Cocteau, Salvador Dalí, Vertès, Van Dongen e fotógrafos como Hoyningen-Huene, Horst, Cecil Beaton e Man Ray proporcionava um sentimento de alegria”, escreveu Schiaparelli na sua autobiografia, Shocking Life. “Uma pessoa sentia-se apoiada e compreendida para além da realidade crua e aborrecida de simplesmente criar um vestido para ser vendido.” Com Cocteau, Schiaparelli criou um casaco de seda totalmente decorado na parte de trás, com rosas nos ombros e o perfil de duas faces bordadas a fio dourado. Com Bérard, Schiaparelli criou três vestidos da coleção Astrologique, inspirados n’As Três Graças pintadas por Raphael. Com Dalí, Schiaparelli criou um chapéu em forma de sapato, um longo vestido em crepe de seda preto adornado com as formas de um esqueleto e outro em branco com uma lagosta pintada, e um compacto de maquilhagem que replicava a forma dos dígitos de um telefone.

Quando olhamos para a Moda como uma forma de arte, parte de nós está a olhar para ela com a visão de Schiaparelli – a mulher que, como escreveu Meryle Secrest em Elsa Schiaparelli: A Biography, “levou o vestuário feminino de negócio a forma de arte”.

John Galliano

John Galliano, primavera/verão 1994 ©Getty Images

Não conformista, controverso, provocador. Fora do tumulto que levou à sua despedida da Dior em 2011, onde ocupava o cargo de diretor artístico desde 1996, John Galliano permanece um dos criativos mais importantes da sua geração e um dos nomes que fazem a indústria sonhar por mais e mais. Sucedendo a Gianfranco Ferrè na Dior, o designer britânico pegou na opulência do seu predecessor e transformou-a numa das mais brilhantes eras da Maison francesa – uma era em que feminismo e modernidade andavam de mãos dadas com uma teatralidade que contribuiu para a passerelle como hoje a conhecemos.

“Editoras de Moda que consigam contar momentos incríveis da indústria muito provavelmente usam três dos seus dedos para as apresentações inesquecíveis de John Galliano”, escreveu Amy Spindler no The New York Times. Num encontro genial entre influências históricas e culturais, sem nunca perder a noção artística do seu tempo, Galliano foi inovador na arte de transformar a Moda em algo verdadeiramente memorável – como escreveu David Foy na introdução do livro Galliano: Fashion’s Enfant Terrible, “com o trabalho dele podias nem sempre gostar daquilo que vias, mas sabias que nunca conseguirias esquecê-lo”.


Tanto na sua marca homónima como na Dior, e desde 2014 na Maison Margiela, o iconoclasta conseguiu manter a fasquia elevada, mantendo-se tão consistente com a sua linguagem e estética como surpreendente a cada temporada que passa. “O John Galliano é um provocador. Enquanto designer, é uma mistura volátil entre as melhores e algumas das piores tendências da Moda britânica. Os seus desfiles são fantasias agressivas de temas históricos, deliberadamente estranhos, e conscientemente teatrais”, escreveu Sarah Mower no artigo John Galliano: a young man of special talent, publicado no The Guardian.

Com Galliano, a Moda era – e continua a ser – o epítome do inesperado, do sonho e da fantasia. Como o próprio disse em tempos, “estou aqui para fazer as pessoas sonhar, isso faz parte do meu trabalho” – e são poucas as pessoas que não conseguem reconhecer a magia de sonhar de olhos postos em Galliano.

Jean Paul Gaultier

Jean Paul Gaultier Alta-Costura, outono/inverno 2016/2017 ©Getty Images

Há mais de 40 anos na indústria, aquele que todos reconhecem como o enfant terrible da Moda permanece um símbolo de provocação – uma segunda natureza tanto de Jean Paul Gaultier como das suas criações, tão influentes como imaginativas, irónicas e políticas. “O meu design não é sobre a minha própria fantasia, é mais sobre aquilo que eu sinto que as pessoas querem e sentem”, explicou GaultierDazed. “No início, costumava ler as críticas dos grandes couturiers, como Yves Saint Laurent ou Cardin, e tentava imaginar o porquê de alguns deles serem descritos como ‘controversos’ ou ‘chocantes’. Mas, sabes, o Yves Saint Laurent estava muito atento àquilo que as pessoas queriam e eu tenho esse mesmo espírito – eu adoro ouvir, sentir e, mais importante, ser espontâneo.”

Interpretando o vestuário, tanto feminino como masculino, com uma perspetiva incomum e um desejo de recusar aquilo que é esperado, Gaultier foi responsável por criações que impactaram o sistema, não apenas por serem “provocadoras”, mas também por questionarem clichés, códigos e tradições, estereótipos de género e imagens preconcebidas de feminilidade e beleza. Da saia masculina ao corpete com cones pontiagudos, o criador francês atreveu-se a brincar com elementos escondidos no guarda-roupa interior, transferindo-os para o exterior, convidou mulheres andrógenas para desfilarem as suas criações, abordou o hipersexual e o transgénero, e estabeleceu-se como um sinónimo de transgressão social na indústria da Moda.


Na Alta-Costura – em 2015, o criador deixou de produzir as suas linhas de pronto-a-vestir e vestuário masculino para se dedicar inteiramente a ela, alegando que “demasiada roupa mata a roupa” e que “o sistema não funciona” –, Gaultier introduziu o fétiche, o bondage, a borracha e o PVC, elementos que seriam totalmente impensáveis, não estivéssemos a falar de Jean Paul.

“Basta olhares para qualquer coleção hoje para sentires a influência”, disse Gonçalo Velosa, um dos maiores colecionadores de Jean Paul Gaultier, à i-D. “Ele nunca se levou demasiado a sério, e nunca perdeu a noção daquilo que se passava na vida real. Usou o humor camp e estéticas extremas para desafiar ideias de orientação sexual, género e beleza. Mas nós levamos as mensagens filosóficas e políticas dele a sério por causa do nível de craftsmanship e sofisticação das suas coleções. Tal como o seu mentor Pierre Cardin, o trabalho dele relembra-nos a todos que podemos encontrar o nosso próprio caminho.”

Rei Kawakubo

Comme des Garçons, primavera 2015 ©Getty Images

O olhar radical por trás da Comme des Garçons, Rei Kawakubo é frequentemente apelidada de “rainha da Moda” e “uma das mais influentes e importantes designers da indústria” – dois títulos que não são atirados com leveza a qualquer pessoa. Um dos nomes pioneiros de uma estética “renegada” e de uma imagem contracorrente do ideal glossy, Kawakubo recusou aceitar que o corpo impunha qualquer tipo de limite à criação, criando peças verdadeiramente fascinantes do ponto de vista concetual e abstrato.

“A Rei foi a primeira designer a simbolizar uma mudança de atitude”, disse Ronnie Cooke Newhouse, consultora criativa, à AnOther. “Ela é uma não conformista. Quando achas que ela criou a regra, ela quebra a regra. Ela é a pessoa mais consistentemente imprevisível da nossa indústria.”


Com proporções desmedidas e desproporções pretendidas, o trabalho de Kawakubo é mais do que coser e rasgar – é criar uma experiência emocional, é desafiar os ideias de beleza, é redefinir aquilo que a liberdade significa, é transmitir vulnerabilidade e honestidade à pele que tocava as suas criações. Da junção de forças aparentemente rivais – um exemplo disso está na sua coleção Motorbike Ballerina, onde a criadora combinou tutus com casacos biker, mas também na sua coleção de primavera/verão 1997, Body Meets Dress, Dress Meets Body, em que o olhar “crescido” de desafiar as normas e celebrar a disformidade com enchimentos exagerados se aliou à ingenuidade dos tons e padrões usados nas peças –, ao jogo entre silhuetas, materiais, tradições, origens e géneros, a influência de Kawakubo é impossível de ser negada.

“Se tivesses que perguntar a alguém no início dos anos 80 quem era o designer mais importante do momento, é provável que a resposta fosse Saint Laurent. E eu sinto o mesmo em relação à Rei Kawakubo”, disse Andrew Bolton, curador do Metropolitan Museum of Art’s Costume Institute, numa entrevista de 2017 à AnOther. “Sinto que muitos dos elementos da Moda que tomamos como garantidos – elementos como a assimetria, ou a desconstrução, a ideia de inacabado – foram introduzidos pela Rei no início dos anos 80. De certa forma, ela mudou o rumo da história da Moda nos últimos 40 anos. Sem esquecer que ela está nos seus 70 e continua a produzir o trabalho mais avant-garde e desafiante de qualquer designer hoje.”

Alexander McQueen

Untitled, a coleção primavera/verão 1998 de Alexander McQueen, originalmente intitulada The Golden Shower ©Getty Images

“Deem-me tempo, e eu dou-vos uma revolução.” O tempo pode ter sido reduzido, ingrato até, mas a revolução de Lee Alexander McQueen, o miúdo-prodígio do grupo prodígio da Central Saint Martins, foi uma verdadeira epopeia de Deuses e Homens. No decorrer dos seus 18 anos de carreira, McQueen transcendeu não só aquilo que um desfile de Moda devia ser, com uma teatralidade tão fascinante quanto visionária, mas também aquilo que a própria Moda significava – e talvez seja por isso que o criador, o homem que encontrava beleza no grotesco e queria que as pessoas tivessem medo da mulher que ele vestia, foi uma das figuras menos consensuais da indústria.

Do amor-ódio que começou em 1992, aquando da coleção Jack the Ripper Stalks His Victims – uma coleção que incluía um casaco estampado com espinhos e fios de cabelo do próprio McQueen cosidos nas peças – nasceu uma obra tão desafiante como concetualmente brilhante. De Highland Rape, um comentário sobre o abuso da Inglaterra sobre a Escócia, a Dante, o desfile de outono de 1996 que viu um esqueleto sentar-se na front row, sem esquecer Untitled, a coleção originalmente intitulada The Golden Shower – McQueen viu-se obrigado a mudar o nome, mas isso não o impediu de usar água e luz amarela para criar o efeito pretendido –, o designer nunca comprometeu a sua visão em nome de algo que não era.


Para Joan, a coleção para o outono de 1998 inspirada em Joana d’Arc, o designer trocou a água pelo fogo e terminou o desfile com uma modelo numa máscara vermelha, rodeada por um círculo de chamas. Em No. 13, uma das mais aclamadas coleções de McQueen, a atleta paraolímpica Aimee Mullins desfilou com pernas protéticas criadas a partir de madeira de olmo, enquanto Shalom Harlow protagonizou uma das finais mais memoráveis da história – aquela em que dois braços robóticos pulverizaram tinta para pintar o vestido branco imaculado, enquanto a modelo rodopiava como uma bailarina. Isto tudo, claro, sem contar com o facto de McQueen ter usado um holograma de Kate Moss na passerelle, muito antes de a indústria musical ressuscitar o hype, e ter sido um dos primeiros designers a fazer um livrestream de um desfile.

“Se existe uma forma de resumir o legado de McQueen é que ele perdura”, escreveu a jornalista Aria Darcella num artigo publicado no CR Fashion Book. “Em todas as temporadas, ele criava peças que deixavam a indústria a querer mais. Foi um sentimento que se amplificou com a sua morte, em 2010. Aquilo que resta é uma obra tão fascinante, que desafia a própria definição de constante mudança da Moda. Ele transformou-se numa figura mítica, muito à semelhança daqueles que o inspiraram.”

Martin Margiela

Maison Margiela Alta-Costura, outono/inverno 2012 ©Getty Images 

Martin Margiela sempre foi uma figura particularmente ausente da indústria – e, ainda assim, Martin Margiela, o único designer belga da sua geração a fundar uma Maison de Moda em Paris (a Maison Margiela, em 1988, atualmente sob a alçada criativa de John Galliano), permanece uma figura tão misteriosa como proeminente. “Aquela primeira coleção do Martin Margiela [outono de 1989] foi incrível, não a consigo descrever por palavras”, revelou o empresário Geert Bruloot numa entrevista de 2015 à AnOther. “Foi uma experiência louca, muito underground. Quando o primeiro look surgiu na passerelle, não sabia o que pensar. Estava sentado ao lado da Marina Yee, uma amiga muito próxima do Martin, e ela reconheceu-se nas silhuetas de uma forma tão intensa, que começou a chorar. Segurei-a nos meus braços e, três looks depois, comecei a perceber. Era diferente de tudo aquilo que estava a acontecer naquele momento, era tão forte e extremo.”

Sempre com um pé à frente do seu tempo, Margiela ousou desafiar as normas, quebrar as convenções e questionar o formato tradicional do sistema. Para além de ser um verdadeiro mestre na arte de desconstruir, e de ter introduzido a volumetria oversized no guarda-roupa, Margiela experimentou materiais como cortiça, fita-cola castanha, metal, cacos de pratos e lenços usados, quebrando qualquer limite que pudesse existir. Tudo era permitido, e tudo tinha um valor artístico – não só nas próprias peças, mas também na sua apresentação.


Na primavera de 1995, o criador sentou as suas modelos no meio do público. Nas duas estações que se seguiram, vendou-lhes os rostos. Para Margiela, tudo o que não fosse roupa era acessório e, como tal, podia ser eliminado – e isso incluía não apenas a sua própria pessoa, mas também as modelos que, de estação para estação, desfilavam as suas criações. Na primavera de 1998, trocou-as por homens vestidos com batas brancas, que seguravam as suas propostas em cabides e, na estação seguinte, anulou o animado para dar lugar ao inanimado. Nem modelos, nem homens – somente marionetas criadas pela stylist Jane How “desfilaram” as suas propostas de outono de 1998.

“O Martin Margiela é diferente de todos os outros designers porque nunca comprometeu o seu ponto de vista”, disse Olivier Saillard, historiador de Moda, em The Artist is Absent, o documentário de 2015 dedicado ao criador. “Ele estabeleceu uma visão. E canalizou as suas energias na reconfiguração do formato da Moda. O contributo dele vai para além da introdução de novas peças – ele desafiou o sistema da Moda que, naquela altura, já era uma indústria muito perversa, governada pelo dinheiro.”

Thierry Mugler

Thierry Mugler, primavera/verão 1992 ©Getty Images

Depois de Cardi BKim Kardashian West terem virado os arquivos, é impossível não ouvir o nome de Thierry Mugler – e ainda bem que assim é. Apesar de se ter retirado do mundo da Moda no início dos anos 2000, pouco menos de 30 anos depois de ter apresentado a sua coleção de estreia no início dos anos 70, Mugler continua a ser um dos nomes mais influentes, criativos e fascinantes da indústria. “O legado do Mugler é sobre inovação e criatividade, mas, mais importante que isso, é sobre liberdade”, explicou Thierry-Maxime Loriot, curador da exposição Thierry Mugler: Couturissime, à Vogue americana.

“Ele trouxe muita liberdade ao mundo criativo, a ideia de que podes criar aquilo que queres e que não tens de dar ouvidos às ideias de todas as outras pessoas. É importante que a nova geração perceba como é que a Moda era criada antes, e que é importante ser diferente. Podes criar algo que não segue as tendências e mesmo assim ter sucesso. Também devemos dar crédito ao Mugler pelo rejuvenescimento da Alta-Costura quando ele a começou a fazer em 1992; até Lee McQueen disse em tempos que o Mugler foi uma das maiores influências no seu trabalho.”


Olhado por muitos como o “profeta” do futurismo, Thierry Mugler foi um dos primeiros a injetar espetáculo e fantasia nos seus desfiles, transformando a Alta-Costura num mundo completamente fora deste mundo. As modelos eram transformadas em fembots, glamazons, deusas e divas, carregavam vestidos com a consciência do corpo feminino e da sua sensualidade sem precedentes, e bodysuits que assumiam formas ultraextravagantes – o mais reconhecido de todos sendo o Harley Davidson Corset, um bodysuit com a forma de mota, apresentado na primavera/verão de 1992.

Mais do que peças de roupa, as criações de Mugler eram verdadeiras obras de arte, onde sonhos eram cosidos sem limites. “O Mugler quebrou todas as barreiras da Alta-Costura”, disse Loriot à Garage. “Tal como Jean Paul Gaultier e Comme des Garçons, ele pertence à verdadeira geração da Moda; ele revolucionou a Moda e abriu a porta para Alexander McQueen e John Galliano. Usar a Moda como um laboratório, era isso que o Mugler fazia. Foi assim que ele revolucionou a indústria.”

Artigo originalmente publicado na edição de junho de 2019 da Vogue Portugal.

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