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Guestlist 29. 11. 2017

As estatísticas do jogo no feminino

by José Machado

 

As mulheres não dominam o mundo das apostas, mas também deixam a sua marca.

Por isso, exploramos os números, valores e as percentagens que envolvem o género feminino para perceber com que cartadas se fazem as apostas com cromossoma XX.

- Estudos indicam que, no universo do jogo, apenas 18% são mulheres contra 82% de jogadores homens. A enorme disparidade do número de homens e mulheres que joga continua igual há séculos.

- Na grande maioria dos países europeus, bem como nos Estados Unidos, as mulheres são quem mais compra lotarias instantânea, vulgo raspadinhas.

- A maioria dos homens começa a jogar muito mais cedo do que as mulheres. Em média, os homens começam entre os 18 e 20 anos, e as mulheres entre os 29 e 34.

- Os homens apostam montantes muitos mais altos do que as mulheres e jogam com bastante mais frequência que as mulheres.

- Enquanto os homens apostam mais em jogos de "habilidade" (como por ex. poker, blackjack) e apostas desportivas, as mulheres, por sua vez, apostam mais em jogos de fortuna ou azar, como por exemplo, lotarias (raspadinhas, euromilhões, etc.), slot machines, bingo, jogos de sms (programas de tv), etc.

- Os homens apostam de forma muito mais competitiva do que as mulheres. A maioria dos homens joga pela emoção do jogo e para ganhar dinheiro. As mulheres jogam mais pelo social, o prazer de jogar, para passar o tempo, ajudar a aliviar o stress, como forma de fugir aos problemas emocionais e do dia a dia, ou por alguma causa de caridade.

- As mulheres têm menos tendência para ficar afetadas pela derrota do que os homens. Os homens apresentam muitos mais sinais de irritação e frustração a seguir à derrota do que as mulheres.

- As mulheres correm menos riscos do que os homens. Enquanto os homens gostam de arriscar os ganhos que conseguem com o jogo antes de os levantar, a maioria das mulheres levanta imediatamente os ganhos e não os volta a pôr em jogo.

- Estudos mostram que as mulheres jogadoras/apostadores são menos aceites pela sociedade que um homem jogador/apostador. Muitas mulheres não jogam ou vão a casinos com medo de serem julgadas, se sentirem culpadas ou por vergonha. Talvez por isso a grande maioria das mulheres preferes os casinos/bingo/sites de jogo online.

- Um estudo feito nos Estados Unidos e Canadá mostra que, enquanto a vasta maioria dos homens leva um ou mais cartões de crédito consigo para um casino, as mulheres preferem deixar os mesmos seguros em casa, onde estão protegidos das tentações.

- Nos casinos norteamericanos, 63,5% das pessoas que jogam nas slot machines são do sexo feminino, contra os 36,5% do sexo masculino.

- No Reino Unido, os anúncios publicitários das casas de bingo são direcionados para atrair jogadoras, enquanto a publicidade feita por casas de apostas desportivas é totalmente direcionada para atrair os homens.

- Com a chegada do jogo online, o número de mulheres a apostar tem vindo a aumentar. Hoje, são já alguns os casinos online que são pensados e direcionados para as mulheres.

- Até 1972, a esmagadora maioria dos funcionários dos casinos de Las Vegas eram homens. Nos dias de hoje, isso mudou completamente, sendo a percentagem dos postos de trabalho repartida de forma igual entre géneros. Aliás, um estudo feito nos Estados Unidos pela "Oxford Economic" concluiu que muito poucas indústrias na América empregam homens e mulheres em igual número como a indústria do jogo. O estudo mostrou também que homens e mulheres recebem os mesmos valores de vencimento no setor do jogo, sendo dos poucos no Mundo onde isso acontece. O estudo mostrou igualmente o lado menos bom da indústria: a diferença entre homens e mulheres em cargos altos (de gerência e liderança) é muito alta, sendo aí os homens reis e senhores.

- Cerca de um terço de todas as mulheres que trabalham na indústria do jogo em Las Vegas têm menos de 30 anos.

- Na faixa etária dos 45-64 anos, existem mais mulheres jogadoras do que homens.

- Dos novos registos que os casinos online têm de mulheres jogadoras, a maioria são de menores de 35 anos de idade.

- Apesar de estudos mostrarem que os homens são mais vulneráveis a ficar viciados no jogo que as mulheres, na Suécia o caso é outro, onde os dados oficiais mostram que são as mulheres quem mais problemas contraem com o jogo.

- Estudos mostram que são mais as mulheres solteiras a jogar do que as casadas. Este dado é igual para os homens.

- As doenças que são consequência do vício do jogo mais comum nas mulheres são a depressão, ansiedade e ganho de peso com tendência para se transformar em obesidade.

- Apesar de os homens terem mais tendência a ficarem viciados no jogo que as mulheres, apenas cerca de 18% dos homens que jogam procura ajuda pelo vicio do jogo, contra 40% de mulheres que pedem ajuda.

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