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Entrevistas 12. 6. 2018

Vozes de Agora: Diana Vilarinho

by Tiago Neto

 

Dançam as vozes num inquieto molde de palavras e a pele floresce-nos a toda a largura do corpo. São jazz, são fado, são hip-hop e são nove. Nove razões para (re)descobrir que o presente e o futuro se escrevem no feminino. Fotografia de Branislav Simoncík. Realização de Cláudia Barros.

 

Aos 7 começa a cantar porque a mãe queria que ela tivesse uma atividade extracurricular. Ela queria Karaté mas a resposta foi negativa. Aos 7 descobriu que tinha jeito com a voz, vieram as canções ligeiras. Na escola onde andou, gravou algumas músicas, até que alguém lhe falou do fado. Ela, com 9, via-o como música para gentes mais velhas. Acabou a cantá-lo, de forma natural, anos depois. 

Influências? Jobim, Sinatra, Concha Buika, Maria José da Guia, Carlos do Carmo. 

A primeira paixão musical? O primeiro disco da Ana Moura. 

As palavras são um espelho da vida? Claro que sim.

O que é que sente a cantar que não sente em nenhuma outra altura? Despida, verdadeira e sincera para com os outros. 

Passado ou futuro? Os dois. 

Autorretrato em três palavras? Indecisa, ambiciosa, sonhadora. 

A palavra que mais usa? Imenso.

 

ShivaBeatriz PessoaMynda GuevaraSara CorreiaKaterina L’DokovaElisa RodriguesTeresinha LandeiroRussa e Diana Vilarinho são uma paisagem de sangue novo num panorama profundamente normativo. A música portuguesa tem hoje uma existência saudável e coberta de talento mas é também do crepúsculo da folhagem que a indústria respira. E esta, é a mais bonita de todas as suas constelações. Para o presente ou para o futuro. 

Artigo adaptado da edição de março 2018 da Vogue Portugal.

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