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Curiosidades 22. 10. 2019

Once upon a time in Vogue

by Mónica Bozinoski

 

A história da Vogue é feita de diretores, editores, jornalistas, colaboradores, criadores, modelos, fotógrafos e artistas, mas também de inúmeras primeiras vezes que, ao longo dos seus 127 anos, não marcaram apenas o título – marcaram o mundo.

A primeira capa da Vogue

A primeira capa da Vogue data a 17 de dezembro de 1892 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Nova Iorque, 17 de dezembro de 1892. Com o ano a poucos dias de terminar, a história que para sempre viria a mudar a Moda como hoje a conhecemos escreve a sua primeira palavra: Vogue. Segundo um vídeo narrado por Sarah Jessica Parker e publicado no site da edição norte-americana do título, a palavra vogue tem um dos seguintes significados: “o modo ou moda prevalecente em determinada época; receção, reputação ou estimativa populares; moeda comum; agora geralmente usado na frase in vogue: um estilo particular de vestido estava in vogue; um autor que estava in vogue há cinquenta anos; tais opiniões estão agora in vogue” ou “um desvio de ideias; rumor; relato.”

Pelas mãos de Arthur Baldwin Turnure, um homem de negócios aperfeiçoado na Universidade de Princeton, e pelo preço de dez cêntimos (o equivalente a dois euros nos dias que correm), o primeiro número da Vogue chega às bancas com a promessa de ser “uma publicação digna e autêntica da sociedade, da moda e do lado cerimonial da vida.” No primeiro número da Vogue, com as suas modestas 30 páginas, o criador do título escrevia que a publicação tinha como objetivo atrair “o sábio e a debutante, o homem de negócios e a beldade.”

Desenhada por A. B. Wenzell, e fiel à elite que o seu criador queria alcançar, a primeira capa da revista vê uma debutante emergir de uma névoa de borboletas e rosas, com uma aura etérea e delicada. Lançada semanalmente com notícias, poesia e desenhos humorísticos, a Vogue era, à época, uma verdadeira publicação de sociedade – mas, com o tempo, as páginas de Moda começaram a ocupar cada vez mais espaço. De acordo com a edição norte-americana do título, e como terá notado um editor, a Vogue era “o dernier cri da semana, graças às pessoas que a publicavam, que sabiam melhor que ninguém aquilo que ia ser aceite pelas pessoas que importavam.”

A primeira edição da Vogue na Condé Nast 

A primeira capa da Vogue na Condé Nast ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Em 1909, Condé Montrose Nast, o fundador da Condé Nast e o homem responsável por transformar os seus títulos nos ícones que são hoje, fechou com sucesso a aquisição da Vogue, elevando a gazeta social do século XIX a um título que combinava, de forma única, Moda, Beleza, Arte, Estilo e textos jornalísticos. Olhando para esta compra como uma oportunidade de criar um produto luxuoso e sofisticado, Nast contratou os mais aclamados ilustradores e fotógrafos da época, aumentou o preço da revista e alterou a sua periodicidade, com a publicação  chegar às bancas não uma vez por semana, mas duas vezes por mês.

A primeira edição da Vogue na Condé Nast chegou às mãos das suas leitoras no dia 24 de junho de 1909, com uma elegante ilustração a cores – fun fact, o primeiro uso de cor na capa da Vogue data de 1901, numa ilustração a tons de verde, vermelho e branco -, na qual se podiam ler temas como “The Progress of the Flying Machine” (em português, “O progresso da máquina voadora”), “What She Wears” (“O que ela usa”) e “Seen in the Shops” (“Visto nas lojas”).

Em 1959, cinquenta anos depois de Condé Montrose Nast ter comprado a Vogue, S.I. Newhouse adquiriu a Condé Nast Publications por 5 milhões de dólares americanos. Reza a história que foi Mitzi Newhouse, a sua esposa, que fez a compra acontecer: no dia do seu aniversário, Mitzi foi despedir-se do marido antes deste sair para o trabalho e pediu-lhe que comprasse a Vogue. E foi precisamente isso que S.I. Newhouse fez.

A primeira internacionalização 

A primeira capa da edição britânica da Vogue, publicada em novembro de 1916 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Foi em 1916 que o título Vogue, hoje com 25 edições internacionais, viu a sua primeira internacionalização. Fruto das consequências da Primeira Guerra Mundial, a edição britânica da Vogue foi criada como forma de contornar os crescentes custos do papel nos Estados Unidos da América, bem como as restrições de envio internacional impostas na época, que impossibilitavam que o título norte-americano, considerado como um bem “não-essencial”, chegasse a território Europeu.

E assim nasceu a Vogue britânica, à época liderada por Elspeth Champcommunal, a primeira diretora do título. Elspeth, não só tinha grandes expectativas para a primeira edição internacional como acreditava que o nome Vogue devia ser mais do que uma simples revista de Moda, incluindo artigos de atualidade, eventos desportivos, saúde e beleza, viagens e editoriais nas suas páginas. O lançamento da edição britânica da Vogue não marcou apenas a história da revista, mas também a história da própria Condé Nast, que se tornou na primeira empresa norte-americana a publicar edições internacionais.

The secret life of pets 

Dolores Hawkins fotografada por Jerry Schatzberg, Vogue US, junho de 1958 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Por esta altura já deve ter percebido que a primeira capa da Vogue, lançada em 1892, foi também a primeira capa do título onde surgiu um animal – mais precisamente, uma borboleta. Apesar do pequeno inseto ter sido o primeiro, seguiram-se muitas outras “estrelas” do reino animal, passando por cães, gatos, cavalos, peixes, leões e até mesmo um dragão (ilustrado, claro, na edição de fevereiro de 1923).

Josephine Redding, a primeira diretora da revista (ocupou o cargo de 1892 a 1900) e a mulher creditada pelo nome da mesma, era conhecida por preferir animais a Moda. “Durante o seu reinado, as páginas da Vogue ladravam, miavam, chilreavam e rugiam com histórias de vida animal”, escreveu Edna Woolman Chase, diretora da Vogue de 1914 a 1952, nas suas memórias, citada pela edição norte-americana da Vogue. O amor era tão grande que, na edição de 21 de julho de 1898, a estrela da capa foi um cão ilustrado com uma boina.

A primeira fotografia a cores 

A primeira capa fotografada a cores, por Edward Steichen, em julho de 1932 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Numa das suas muitas “primeiras”, a Vogue foi uma das pioneiras no que diz respeito a capas impressas a cores. Em 1932, o título levou paras as bancas aquela que foi a sua primeira capa fotografada a cores – até então, as covers da Vogue eram ilustradas à mão.

Pela lente do icónico fotógrafo Edward Steichen nasceu uma capa do mesmo estatuto, instantaneamente reconhecida, onde uma modelo com uma touca branca e um fato de banho vermelho segura numa bola de praia também ela vermelha, contrastando com uma imensidão de azul no fundo. A imagem de Steichen, que data a julho desse ano, marcou a chegada da fotografia de Moda às capas da Vogue.

A primeira cover girl conhecida 

Toto Koopman para a Vogue US de setembro de 1933 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Das supermodelos que ajudaram a redefinir a indústria aos novos rostos da Moda, sem esquecer as figuras mais proeminentes da atualidade, do cinema ao ativismo, é difícil não conseguir identificar quem são as mulheres que estão in vogue – mas nem sempre foi assim. Nos primeiros anos da publicação, das imagens ilustradas às fotografias a cores, as modelos que davam vida às capas da Vogue não eram creditadas pela revista, tornando-se impossível saber os seus nomes e conhecer as suas histórias.

Tudo mudou em setembro de 1933, quando o aclamado fotógrafo George Hoyningen-Huene captou a imagem daquela que ficará para sempre na história como a primeira modelo na capa da Vogue cujo rosto tem, também, um nome: Toto Koopman. Uma mulher misteriosa e com um pé fora do seu tempo (afinal de contas, estávamos nos anos 30), Koopman era multirracial (a sua mãe era da Indonésia e o seu pai da Holanda) e abertamente bissexual. Fora da sua carreira como modelo, Toto Koopman viveu uma vida verdadeiramente fascinante para uma mulher da época: foi mecenas de arte, espia dos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial, foi capturada pelos Nazis em 1944 e conseguiu sobreviver a um campo de concentração.

As primeiras modelos afro-americanas 

Donyale Luna para a British Vogue, março de 1966 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Não é segredo que a indústria da Moda nem sempre primou pela inclusividade, pela diversidade e pela representatividade, fosse ela referente a raça, etnia, imperfeição, tipo de corpo ou orientação sexual. Apesar da mudança ser um processo longo e demorado, foi em 1966 que a edição britânica da Vogue deu um passo importante para que esta fosse palpável nas suas páginas, consagrando Donyale Luna como a primeira modelo afro-americana a ser capa da Vogue, fotografada por David Bailey.

“A minha mãe nunca conseguiu escapar completamente ao preconceito”, escreveu Dream Cazzaniga, a filha da modelo, num tributo publicado pela edição britânica da Vogue em abril deste ano. “Por um lado, as pessoas desejavam que ela fosse um símbolo da resistência Afro-Americana; um papel que lhe era difícil assumir visto que se identificava como multirracial. Por outro lado, os anunciantes do Sul retiravam os seus investimentos e os leitores cancelavam as suas subscrições quando a viam nas páginas de uma revista – eventualmente, pediram ao [Richard] Avedon que parasse de a fotografar por causa das reações negativas.”

Beverly Johnson para a Vogue US de agosto de 1974 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Alguns anos mais tarde, mais precisamente em agosto de 1974, a edição norte-americana da Vogue seguiu o exemplo pioneiro da sua irmã britânica e fotografou Beverly Johnson para esse mesmo número, fazendo da modelo a primeira mulher afro-americana a ser capa do título. Fotografado por Francesco Scavullo, o retrato foi o primeiro de muitos – mas, para Johnson, foi um dos mais importantes.

“Todas as modelos sonham em ser capa da Vogue. Sabes que chegaste quando és capa da Vogue. Quando descobri que fui a primeira pessoa negra e percebi o que isso significava, pensei: ‘Uau, isto é mesmo importante’”, disse a modelo anos mais tarde à CNN.

A primeira capa de Anna Wintour 

Michaela Bercu fotografada por Peter Lindbergh, Vogue US, novembro de 1988 ©Vogue.com 

Os anos 80 da edição norte-americana da Vogue foram marcados por capas que tinham em comum rostos aproximados, looks de maquilhagem fiéis à década e acessórios igualmente eighties. Depois, em novembro de 1988, a casa abriu as suas janelas e deixou entrar uma lufada de ar fresco que viria a mudar a linguagem da publicação para sempre.

“Trabalhar na capa desta edição de setembro dos 120 anos, com Lady Gaga em Marc Jacobs, fez-me pensar na minha primeira capa como diretora da Vogue”, escreveu Anna Wintour em 2012. “Era novembro de 1988, com a belíssima modelo israelita Michaela Bercu, fotografada por Peter Lindbergh, com styling de Carlyne Cerf de Dudzeele. A Michaela estava a usar um casaco Alta-Costura de Christian Lacroix com uma cruz enfeitada, muito Like a Prayer, e jeans da Guess.” A mistura pioneira entre Alta-Costura e pronto-a-vestir numa capa da Vogue, como revelou Anna Wintour, aconteceu por coincidência: “Na verdade, o casaco fazia parte de um fato, mas a saia não servia a Michaela; ela tinha estado de férias em Israel e ganhou um pouco de peso. Não que isso importasse.”

Quando a capa chegou à gráfica, a equipa ligou a Wintour para lhe perguntar se tinha havido algum engano. “Não os podia culpar. Era tão diferente de todos os close-ups estudados e elegantes típicos da Vogue naquela altura, com muita maquilhagem e joias. Esta [capa] quebrava todas as regras. A Michaela não estava a olhar para nós. Pior, tinha os olhos quase fechados. O cabelo estava a esvoaçar pelo rosto. Parecia simples, casual, um momento que foi apanhado na rua, que tinha sido, e cujo objetivo era mesmo esse.”

A primeira modelo transgénero na capa 

Valentina Sampaio fotografada por Mert Alas & Marcus Piggott, Vogue Paris, março de 2017 ©D.R.

Foi em 2017 que, pela primeira vez na sua história, a Vogue viu a primeira modelo transgénero ser capa de uma edição do título, com Valentina Sampaio a protagonizar a edição de março da Vogue Paris desse mesmo ano, fotografada pela dupla Mert Alas e Marcus Piggott.

“Estamos a viver num mundo onde, neste momento, com o que está a acontecer agora, estamos a regredir. Ao invés de estarmos numa evolução constante, que é aquilo que deveria estar a acontecer, vemos que os direitos humanos... não estão a ir num bom caminho”, explicou Emmanuelle Alt, diretora da Vogue Paris, à edição norte-americana da Vogue. “Esta capa é sobre a importância dos direitos [humanos], e os progressos monumentais que ainda temos que ver acontecer em muitas frentes.”

A primeira modelo com albinismo na capa 

Vogue Portugal, abril de 2019

Não é só de números internacionais que se fazem as “primeiras” vezes desta história. A edição de abril de 2019 da Vogue Portugal foi a primeira edição de sempre do título a ser protagonizada por uma modelo albina, mais precisamente Thando Hopa.

“Tenho um problema grave com pessoas que dizem que albinismo é uma tendência ou que vitiligo é uma tendência. Ou pessoas que dizem ‘é tão cool ser negro agora’”, defendeu na entrevista dada à Vogue Portugal para a edição Africa Motherland, dedicada às origens, às raízes, àquilo que faz com que sejamos o que somos, com orgulho e sem preconceito.

“Não sou capaz de lidar com o que ouço. Os corpos humanos não são descartáveis. Tem sido um dos meus problemas na forma como as pessoas olham para certos corpos na Moda. No que toca à inclusão, não acho que seja uma tendência. O diálogo sim, pode ser uma tendência.” E esse diálogo, todos os meses, e o que fazemos dele, vem impresso nestas páginas.

“A inclusão faz parte daquilo que é a visão da Vogue atual. Falar de inclusão é quase não ser inclusivo, porque chamamos a atenção para o problema da mesma. Mas é preciso ter a noção de que existem coisas que têm que mudar, e que devemos tratá-las de uma forma natural – e isso, sim, é a verdadeira inclusão”, defende Sofia Lucas, diretora da Vogue Portugal.

A primeira modelo com mais capas 

A primeira capa de Lauren Hutton para a Vogue, em novembro de 1966, fotografada por Bert Stern ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Foi em novembro de 1966 que, fotografada por Bert Stern, Lauren Hutton teve a sua estreia na capa da edição norte-americana da Vogue. Da lente de Irving Penn ao clique de Richard Avedon, Gianni Penati e Francesco Scavullo, a então modelo e ícone de beleza all-American – que no começo da sua carreira, no início da década de 70, foi criticada pelos padrões ancestrais da indústria pelo seu famoso gap entre os dentes – somou, ao longo dos anos, um total de 27 capas da edição norte-americana do título.

O feito de Hutton, a primeira modelo a exigir um contrato e a fechar um negócio de 250 mil dólares com a Revlon, que mudou por completo a forma como os seus pares eram compensados na indústria, é particularmente especial tendo em conta que, na época, não existiam os 25 títulos internacionais que hoje imprimem o nome Vogue pelo mundo fora. Apesar de hoje ser Gigi Hadid a somar o maior número de capas internacionais do título, Lauren Hutton foi a primeira mulher a fazê-lo, somando um total de 40 capas a nível internacional.

“Aos 47 anos, quando regressei como modelo, também para a Revlon, pedi que as minhas fotografias não fossem retocadas”, disse Lauren Hutton à Vogue Itália, edição para a qual assinou, aos 73 anos, a sua mais recente capa, fotografada por Steven Klein em outubro de 2017 e intitulada Timeless Issue. “As mulheres paravam-me na rua e diziam-me que, durante muito tempo, se sentiram ignoradas e invisíveis, mas que ao ver-me nas revistas deixavam de se sentir invisíveis. Alcancei um recorde, 27 capas da Vogue norte-americana, e tive mais 13 capas da Vogue, mas esta é a mais importante de todas, aquela que me fez sentir mais prestável.”

No fashion? No problem

British Vogue, outubro de 1945 ©Vogue Archive; Condé Nast Archive

Estar in vogue é muito mais do que ter um guarda-roupa a transbordar de tendências. Hoje, e talvez mais do que nunca, a Moda deve ser um veículo de debate, de mudança, de questionar, de ter os olhos bem abertos para aquilo que se passa no mundo atual. Estar in vogue também é quebrar convenções – convenções essas que, por vezes, passam por despir, por completo, sem preconceito e sem censura, a Moda das capas.

Intitulada “Peace and Reconstruction” (em português, “Paz e Reconstrução”), a edição de outubro de 1945 da edição britânica da Vogue apresentava, na sua capa, nada mais do que um céu azul claro. Diz a história que, com o final da guerra na Europa e no Extremo Oriente em setembro do mesmo ano, a Vogue britânica viu-se apanhada de surpresa, sem qualquer imagem adequada para celebrar o término do conflito e ser capa da edição comemorativa. Foi James de Holden-Stone, o diretor de arte da publicação, que teve a ideia de utilizar esta imagem de um céu completamente limpo, como forma de simbolizar o fim dos bombardeamentos e da guerra.

Desde então, foram várias as vezes em que a Moda ficou para segundo plano, fosse em nome da atualidade ou em nome da arte – no historial da Vogue Portugal contam-se alguns exemplos disso mesmo, entre eles uma das enigmáticas capas da edição de setembro de 2018, com a misteriosa Crystal Renn fotografada por Branislav Simoncik.

 Vogue Portugal, setembro de 2018

Artigo originalmente publicado na edição de outubro de 2019 da Vogue Portugal.

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