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Estas são as 10 principais tendências para primavera/verão 2021

29 Mar 2021
By Rui Matos

Os corpetes estão de volta, as calças wide leg vieram para ficar e os vestidos longos e fluídos vão tornar-se num sample do guarda-roupa de verão. Neste artigo reunimos as 10 principais tendências que nos vão acompanhar durante os próximos meses.

Os corpetes estão de volta, as calças wide leg vieram para ficar e os vestidos longos e fluídos vão tornar-se num sample do guarda-roupa de verão. Neste artigo reunimos as 10 principais tendências que nos vão acompanhar durante os próximos meses. 

It’s a new day, it’s a new dawn, it’s a new season. Olhar para a primavera como um símbolo de prosperidade é uma prioridade, assim como enfrentar esta nova estação de um ponto de vista mais otimista - mesmo que o agora nos pareça um loop de stay at home. Os fatos de treino voltaram para aquela gaveta, de onde não deveriam de ter saído, e as peças que tão bem caracterizam o nosso estilo pessoal estão de volta ao ativo - mesmo que o nosso dia a dia ainda se resuma ao teletrabalho. Dias melhores virão e para os celebrar, precisamos de um coordenado à medida.

A magia do preto e do branco

Ports 1961, Maison Margiela, Gabriela Hearst, Dolce & Gabbana e Chanel © ImaxTree
Ports 1961, Maison Margiela, Gabriela Hearst, Dolce & Gabbana e Chanel © ImaxTree

Passamos a vida à procura de respostas para as centenas de perguntas que vamos fazendo. Num mundo tão complexo e estranho como aquele que estamos a viver, nem sempre as encontramos. Mas de uma coisa podemos ter a certeza: teremos sempre o preto e branco nos dar mais alento. Uma espécie ying e yang. Nesta estação, trazemos essas duas cores para o nosso guarda-roupa numa união harmoniosa, ao estilo 50/50 ou então num coordenado de duas peças.

Os bralettes vieram para ficar

Boss, Marni, Versace, Alberta Ferretti e Christian Dior © ImaxTree
Boss, Marni, Versace, Alberta Ferretti e Christian Dior © ImaxTree

Com a mesma força com que invadiram a indústria no final da década de 90, os bralettes regressam para o verão de 2021. Este retorno dá-se com o mesmo allure que Jennifer Lopez lhes deu nos VMA’s de 1998, numa combinação creme com um blazer oversized, ou então em opções mais trabalhadas com padrões marítimos e ainda alguns folhos à mistura.

Fios e mais fios

Michael Kors, Christopher Knowles, 16 Arlington, Jacaquemus, Acne Studios © ImaxTree
Michael Kors, Christopher Knowles, 16 Arlington, Jacaquemus, Acne Studios © ImaxTree

Podem emergir das saias, dos já mencionados bralettes, a criar detalhes na parte superior de um vestido ou então cruzarem-se no estômago. Os fios, que servem de puro adereço, vão-se instalando nas propostas de designers como Donatella Versace, Jacquemus, Michael Kors e Christopher Esber.

Vestidos longos, leves e soltos

Chanel, Erdem, Valentino, Etro e Giambattista Valli © ImaxTree
Chanel, Erdem, Valentino, Etro e Giambattista Valli © ImaxTree

Também conhecidos como floaty maxi dresses. De uma forma mais prática, estes são os vestidos que precisamos para sobreviver às altas temperaturas do verão - dentro e fora de casa, no campo, na praia, na cidade. E porque depois de meses tão carregados de más energias, porque não injetar uma dose de romantismo ao guarda-roupa? É só ver as opções Valentino, Giorgio Armani, Chanel ou Dior. 

Wide leg trousers

Fendi, Dsquared2, Max Mara, Stella McCartney, Louis Vuitton © ImaxTree
Fendi, Dsquared2, Max Mara, Stella McCartney, Louis Vuitton © ImaxTree

Isto não é uma novidade, mas vamos dizer as vezes que forem precisas, os tempos áureos das skinny jeans já lá vão. Ainda assim, a estação quente de 2021 e as calças baggy dão-nos a derradeira prova de que não há como voltar a querer entrar numas skinny jeans. Exagerado? Nem por isso. Pensemos no tipo de calças que mais usamos no último ano e logo nos surgem as silhuetas mais folgadas. 

Disco fever

Saint Laurent, Paco Rabanne, Louis Vuitton, Balmain, Celine © ImaxTree
Saint Laurent, Paco Rabanne, Louis Vuitton, Balmain, Celine © ImaxTree

Não conseguimos pôr em palavras as saudades que temos das noites que passámos a dançar, mas passar esse sentimento tão português para aquilo que vestimos é outra história. Que venham as lantejoulas, o lurex e todos os materiais incandescentes. Num slip dress Balmain, num fato Louis Vuitton ou num jumpsuit Saint Laurent, o que importa é que o brilho esteja lá para que nunca nos esqueçamos de todas as vezes que já fomos felizes e (nem) sabíamos. 

Um corte aqui, outro acolá

Issey Miyake, Prada, Versace, Fendi, Kenzo © ImaxTree
Issey Miyake, Prada, Versace, Fendi, Kenzo © ImaxTree

Depois de um ano enrolados em peças de algodão, ou para os mais sortudos caxemira, a tendência cut-out parece ser um ato de pura rebelião. Estamos ansiosos por deixar esses trapinhos de lado e envergar numa fase mais reveladora. Porque não começar por mostrar pele. Um corte aqui, outro acolá. Por vezes meticulosamente pensado, outras mais disfarçado, mas um bom corte faz maravilhas e as provas estão em Fendi, Miu Miu, Roksanda e Gabriela Hearst.

O regresso de um ícone chamado corpete

Andreas Kronthaler for Vivienne Westwood, Christopher Knowles, David Koma, Balmain, Givenchy © ImaxTree
Andreas Kronthaler for Vivienne Westwood, Christopher Knowles, David Koma, Balmain, Givenchy © ImaxTree

Entre o século XVI e o início do século XX, os corpetes foram um ícone do guarda-roupa feminino, mais tarde em meados dos anos 70 pelas mãos de Vivienne Westwood e uma década depois través de Thierry Mugler e Jean Paul Gautlier voltaram em grande. Este ano, é pelas mãos de Alexander McQueen, David Koma, Givenchy e Sportmax que os voltamos a introduzir no nosso quotidiano, mais descontraídos do nunca mas sempre elegantes e com um quê de Marie Antoinette. 

Lady, with a twist

Rodarte, Tod's, Alexander McQueen, Miu Miu, Burberry © ImaxTree
Rodarte, Tod's, Alexander McQueen, Miu Miu, Burberry © ImaxTree

Ora, rendemo-nos aos hoodies e a tudo o que grita praticidade. Mas daí a optar por um look inteiramente dominado por essas peças ainda vai uma grande distância. Nem sempre é possível ter os melhor dos dois mundos, mas Burberry, Celine, Max Mara, Tod’s, Rodarte e Givenchy provam-nos que sim. Cá nós não contestamos. 

Tudo que vem à rede nem sempre é peixe

Acne Studios, Hermès, Fendi, Balenciaga, Loewe © ImaxTree
Acne Studios, Hermès, Fendi, Balenciaga, Loewe © ImaxTree

É quase sempre um coordenado memorável que não inclui uns collants de rede. Dos vestidos de malha enfeitados com miçangas ao craftmanshio da Loewe, Hermès e Valentino, passando ainda pela descontração da Burberry e do arrojo da Balenciaga, as redes vão ser o crème de la crème das nossas saídas de casa. 

Rui Matos By Rui Matos

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