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Roteiro 10. 12. 2018

Diário de Prata: Chile

by Sara Prata

 

Passaram 65 dias desde que começou esta viagem. Metade já passou. É possível já começar a pensar no balanço e nos dias que faltam até regressar a casa, pronta para trabalhar.

Mas os dias por cá são tão preenchidos, que raros são os momentos em que ou penso nisso ou tenho conseguido sentar-me para escrever. Não quero perder nada neste diário. Quero contar-vos todas as histórias e não falhar dicas preciosas deste roteiro. Enquanto aproveito para recuperar as forças e a respiração, porque agora sim, sinto-me cansada e cheia de pó (estes últimos dias foram duros), conto-vos a minha história, desta vez aqui no Chile.

Saída do transfer vinda da Bolívia, o tal da 1h e 15 minutos de espera para passar a fronteira (se não sabes do que falo, lê o artigo da Bolívia) na rua Caracoles. É a rua principal, ladeada por lojinhas e botecos, e restaurantes giros e muitas, muitas agências onde se encontram todas as actividades que podem fazer em San Pedro de Atacama. Aqui é muito fácil encontrarem o que procuram, oferta não falta. Podem ir explorando e percebendo qual a melhor ou em quem confiam para decidirem os vossos planos.

Percebi em pouco tempo que o que mais queria fazer não vai ser possível. Tour astronómico. No deserto mais árido do Mundo, já imaginaram o céu de estrelas? Eu adoro estrelas, páro muitas vezes o meu tempo para ficar deitada a observar aqueles pontinhos de luz “a arder a quilómetros e quilómetros de distância.” Mas era Lua Cheia. E eu que também gosto tanto destas noites. Não dá mesmo para ter o melhor dos 2 mundos. Este desejo vai ficar para um dia cumprir, quem sabe se volto aqui. Mas que é uma pontaria desgraçada é. Quem vem do Salar de Uyuni como eu, e já viu o mundo nestes últimos dias, começa a ter dificuldade em escolher. Quero continuar a descobrir coisas que antes não vi. Acabei por ir a Valle de La Luna (apesar de ser parecido com o que fui vendo pelo caminho) é imprescindível, único e inspirador. É com o pôr-do sol no desfiladeiro e a lua cheia a espreitar no outro lado do céu, que páro, eu e centenas de pessoas, a ver o dia a terminar. Aqui, não precisas de ter pensamentos únicos ou sonhos por pedir, a imensidão do que tens à tua volta leva-te aos contos e só queres observar. Mesmo que um dia queiras esquecer vais “Al despertar de aquel sueño/ Pensaba en vos otra vez/ Pues me olvidé de olvidarte, vidalitay/ En cuantito me acosté”, Victor Jara (músico, compositor, poeta e activista Chileno).

Mais um dia e mais um lugar a visitar, Lagunas Escondidas. Este azul não tem explicação, ou melhor, a explicação deste lugar precioso remonta há uns anos, não muitos, numa tentativa de procura por petróleo. Durante as escavações, apenas surgiam estes “poços” de sal. Desistiram da procura e estes buracos persistem até hoje. Só é possível nadar em dois. Mas vale a pena conheceres algo a que não tens acesso noutro lugar. A lagoa mais conhecida por aqui é a Cejar. Muito maior e de uma beleza única e... com muita gente.

Tudo aqui só se consegue fazer em tours, em grupo. Muito sinceramente, não é o meu tipo de viagem e começo a esgotar a minha capacidade de adaptação às ofertas que encontro. Senti o mesmo no Peru e na Bolívia (não sei se é por zelo, visto as coisas não serem de acesso fácil), acabam por sobrar muito poucas opções a quem quer fazer uma viagem livre e independente. Para explorarem livremente estes lados de Atacama, só vindo de Santiago do Chile e alugando um carro previamente, foi esta a informação que obtive. Esse será o meu plano seguinte. Assim que chegar a Santiago vou alugar um carro e partir livre e aos gritinhos quilómetros sem fim pela costa do Chile.

Neste momento, com o nariz cheio de terra e a sentir este calor tórrido, é o meu grande e único desejo um mergulho de mar. Acho que já sonho com a sensação. Tempo de arrumar malas e apanhar mais um voo. O cansaço fez com que calculasse mal os dias e acabei por ficar mais tempo do que queria por aqui, aconselho 2 dias, acho que é o suficiente. Mas lá está, a caminho do aeroporto percebo que afinal ainda faltava mais um dia. A sério? Eu achei por bem ficar 4 dias em Atacama? Ok, não me vou chatear com os meus planos, isto fará sentido. Vai servir para recuperar as forças para o mês que falta, marcar todos os destinos que não quero perder e... e uma noite de hotel. Encontrei um hotel para passar a noite em Calama (zona do aeroporto com destino a Santiago) ao preço de um hostel. A minha cara e reacção ao entrar deviam ter sido gravadas. Banho, piscina e uma cama de lençóis brancos. Afinal, o plano era mesmo perfeito. Como tenho a noite livre e aqui também há cinema perto, vou a correr ver Bohemian Rhapsody. Não posso perder no grande ecrã esta homenagem ao incrível Freddie Mercury. Viajar por muito tempo tem esta piada, começas a criar a tua própria rotina como se estivesses em casa.

Faltam poucas horas para o avião, por isso decidi pegar nas malas e ir até ao aeroporto passar a noite. Não vale a pena gastar dinheiro em vão e o check-in abre às 05h00. Tenho um saco-cama comigo desde o início, por isso estou sempre preparada para qualquer situação e, lá está, mais uma vez, tenho tudo o que preciso para me aninhar neste banco de terminal.

Chegada a Santiago, não hesito por um segundo: mudança de planos para o Chile. Praias. Eu quero ir já, agora, dar um mergulho no mar, preciso! Alugo um carro via online, levanto no aeroporto à chegada e, passadas duas horas, avisto o mar que tanto desejei. É muito barato alugar carro no Chile, eu escolhi um que desse para dormir (sim, vou fazer deste carro a minha casa, o meu transporte, a minha cozinha e sala de estar) por 5 dias e ficou a menos de €200.

Primeira sensação de liberdade, aqui não há tours. Quer dizer, haver há, mas eu precisava de ser autónoma, criar os meus próprios caminhos. E assim é, pegando nas dicas que fui recebendo, rapidamente traço a rota. Primeiro destino Zapallar, Cachagua, Playa Las Cujas. Impressionante, este lugar é impressionante. Aqui vivem pessoas abastadas, de um lado e outro da colina se avistam mansões daquelas dos desejos. Já há algum tempo que as minhas vistas têm sido muito diferentes. Tudo está limpo, tranquilo e apto para receber.

Vou directa à praia e surpresa, é linda! Uma praia muito pequenina, que faz baía numa zona rochosa. Sempre me avisaram que a água do Chile é gelada e tinham toda a razão, GELO. Mas eu sou da Arrábida, não há água gelada como aquela. 1... 2... 3... mergulhei e ganhei vidas, mesmo daquelas dos créditos nos desenhos animados...

Incrível como ao longo dos tempos nos vamos conhecendo e sabendo perfeitamente o que precisamos, basta ouvir e fazer acontecer. Aqui cheira a casa. Ainda não tinha sentido saudades.

Eu chamo saudade a algo ou alguém que perdi e não posso recuperar, viajar é só um até já a tudo o que me é mais precioso, mas a que volto. Mas este cheiro a mar... talvez sejam as algas gigantes, as rochas, o Pacífico, que trazem esta memória tão igual a Portugal, que aumentam o prazer de estar aqui. Fico até ao pôr-do-sol. Se têm seguido todos os meus diários percebem que remato sempre um dia bom com um pôr-do-sol. E este foi... poderoso, pois não sei o que dizer quando avisto bem na linha do horizonte uma baleia, quando mais perto de mim vejo albatrozes sentados no mar e, ainda mais perto, ondas que rebentam nesta encosta de rochas ásperas moldadas pelo mar, onde me sento a meditar por mais um quadro perfeito. É neste sossego que, poucas horas mais tarde, vou parar o carro e adormecer. Foi aqui que decidi passar a noite. Fica a dica: ioverlander (desde a Costa Rica que uso esta App para ver locais onde é possível fazer camping ou parar o carro, têm lá todas as informações) para aventureiros como eu.

Acordo e quero ser a primeira a chegar à praia. Claro, a dormir aqui tão perto dela, tenho alguma vantagem. Ao sair do carro, deparo-me com o guarda carrancudo do parque de estacionamento que me pergunta se quero que ele me prepare um café, pois ainda está tudo fechado. Surpreendente. Para os que estavam preocupados, eu sei escolher bem e não arrisco por um segundo ficar onde não me sinto bem, mas desta vez... uau, que simpatia daqueles que estão à nossa volta.

Passei o dia neste pequeno paraíso e depois fui até ao próximo “quarto”, pertinho de Viña del Mar, o destino a seguir. Acordo e vou fazendo quilómetros lado a lado com o mar. A vista e o sentimento de casa fazem-me estar bem. Páro em Playa Salinas. Dica preciosa, esta praia é protegida do vento e, se andarem até ao fim e passarem as rochas, têm uma praia privada só para vocês - sim foi para lá que fui e nem uma pessoa mais.

Chegada a Valparaíso. Estou curiosa, confesso: cidade junto ao mar, arte urbana e considerada “La joya del Pacifico”. Com o tempo a passar e as múltiplas cidades e vilas que tenho conhecido, começa aquela parte chata das comparações ou do impacto ser diferente se tivesse acabado de aterrar aqui. Esta é uma cidade colorida, casas pintadas de diversas cores e muitos graffitis, lindo, mas... lá vem Cartagena à memória (meu Deus, que lugar mágico que vai arrasar sempre com qualquer cidade deste tipo). As zonas a não perder são Cerro Alegre e Cerro Concepción.

É por entre ruas e ruelas que, a olhar para cada porta pintada, para cada mensagem escrita, vais conhecendo esta tão peculiar cidade. “Museo a cielo abierto”, é um dos pontos a visitar, onde se concentra a grande parte das pinturas urbanas. Um museu urbano, com o mar como vista. Mas eu mais uma vez decidi perder-me antes pelos restaurantes. Duas dicas preciosas. Fauna, grande vista, aproveitei para almoçar. Comida deliciosa e vinho perfeito. Pasta&Vino, muito pouco tenho a contar, digo só: ravioli de vieiras com azeite de trufa.

É tempo de continuar a rota das praias. Embora chuvoso, a primeira aventura é Playa Las Docas. Um caminho de terra encarnada, onde rapidamente se perde o sinal GPS e o contacto com a civilização. Tudo o que há é Pan e tarântulas. Sim, ali mesmo à minha frente descontraidamente a atravessar o caminho. Tive de parar o carro e observar este espectáculo de terror. Depois de uma descida íngreme e estreita, chegam a esta bela e ampla praia. Apesar das nuvens densas que persistem, caminho até ao mar já ladeada por dois cães amorosos. Eu juro que não sei mesmo o que se passa de diferente aqui, mas nunca vi tal mimo em cães de rua. De casaco vestido aproveito para um lanche a olhar o mar e uma sesta com estes guardiões do meu queijo a meu lado. O som embala-me por duas horas, mas o frio acorda-me e percebo que não fará sentido ficar. O dia não vai melhorar e decido continuar a rota mas.... mas não quero acreditar, e é com o coração aos pulos que relato o meu carro atolado. A descida foi terrível mas nada fazia prever esta subida.

Em segundos, parecia um boneco contorcionista de tanto gesticular e torcer-me ao assistir às centenas de tentativas de o tirar dali. Parecia que a cada descida para tomar balanço havia mais um buraco infinito que levantava as rodas e me fazia não acreditar num fim rápido, logo aqui nesta estrada tão estreita e onde não passa ninguém.

Foi no pico da minha desistência, quando achei que seria preciso surgir um milagre que aconteceu, vai... vai, arranca, não pares eu vou a pé até lá acima. Por isso se vierem conhecer esta beleza, toca a parar o carro no início da descida.

As nuvens ficaram para trás, e foi com o sol a brilhar que fui até Playa Tunquén em busca do “alojamento” desta noite. A praia é linda e imensa, mas os acessos ficam muito longe, terão de fazer uma boa caminhada. Eu quero adormecer a ouvir o bater das ondas pela janela do meu carro/casa. Espreito na aplicação e escolho uma que não seja longe pois a noite está a chegar. Acabo por encontrar a Playa Grande Quintay.

Acordo para continuar o caminho que estava organizado. Cajón del Maipo, uma das grandes maravilhas do Chile. Decido fazer a viagem calmamente e ficar uma noite por lá. Ao chegar procuro lugar para ficar e aconselho, a todos os loucos como eu que preferem montar o hotel de 5 estrelas na bagageira do carro, este lugar. O jardim do Roan Jasé, que cobrou cerca de €7 (6.000 pesos) por estacionamento, luz, wi-fi, banhos quentes e piscina. Um luxo de negócio. E se soubessem as horas que eu durmo... deve ser de não haver barulhos ou então será só o meu espírito nómada, que precisa de muito pouco além de estar feliz. Sacos-cama, almofadas, pipocas e Netflix são o meu plano. Cria as tuas próprias rotinas e caminhos, à tua escala, assim farei sempre.

Começo cedo com o mapa em papel na mão, não vá o GPS falhar, uma vez que o dia será passado na Cordillera de los Andes. A música suave toca no rádio e livremente (estou traumatizada com as tours, desculpem), em silêncio vou a olhar para tudo à minha volta, de queixo caído sem conseguir encontrar outra expressão.

Foi numa estrada agreste, entre asfalto e pedras, com a vista a antever um grande cenário que cheguei até ao Embalse el Yeso. Poucos quilómetros até chegar a esta grande maravilha. Mais uma vez é o silêncio imenso que nos recebe neste vale onde a neve ainda persiste no cume dos montes e vem até esta “lagoa” azul esverdeada.

Fico com poucas palavras a sobrar no meu dicionário com tanta beleza natural por onde já passei.

Mas a grandiosidade e leveza deste lugar vou levar comigo e não esquecer. Fui uma sortuda pois decidi vir cedo e mais ninguém estava a partilhar este cantinho especial. É uma barragem que leva a água até Santiago. Não podem mesmo perder. Volto a olhar uma vez e mais outra antes de voltar à estrada que me vai levar a mais uma maravilha. Sei que poucas vezes na vida vou encontrar “fotografias” destas, há lugares que antes de partir já me deixam saudades. Este é tão difícil de transcrever por palavras. Não me atrevo a dizer mais.

“Caminhos difíceis levam-te a destinos incríveis”, pode até ser piroso, mas era este o ditado que só tinha na cabeça todo o dia. Nunca tinha visto ali à minha frente a verdade absoluta num ditado ou linguagem popular como agora, neste lugar. Termas Valle de Colina, águas vulcânicas, que vão desde os 20° aos 60°graus, num azul glaciar que combina na perfeição com os montes empedrados atrás de mim onde a neve ainda brilha a cada raio de sol, no coração dos Andes.

Eu fico louca. O nosso Mundo é extraordinário, é perfeito. Não consigo sair daqui. A sensação de relaxe absoluto e contemplação por esta vista deixa-me de sorriso nos lábios, daqueles puros e que durante muito e muito tempo será assinado por baixo, que grande dia. Que grande dia. Não percam estes dois lugares numa visita ao Chile. Aconselho, contudo, muito cuidado nestas estradas (com calma tudo se faz), por isso peguem no vosso carro e façam tudo a vosso tempo, não há problema em fazerem sozinhos, mas cuidado.

Regresso ao jardim Roan, banho quente e será a última noite no meu carro/casa. Vou ter saudades, portou-se muito, muito bem.

Chegada à civilização, Santiago do Chile, a capital e mais uma grande cidade. Perdoem-me a quem posso até ofender, mas o que sinto de imediato é que estou na “Madrid da América do Sul”. As semelhanças são muitas e o feeling das Calles idêntico. Um domingo por aqui e já sentia falta desta mudança nas rotinas, onde se sente a cidade adormecida e em família. Muitas são as praças e, logo, os espectáculos de rua, onde num dos largos assisto a uma dança típica, (que hoje já sei que se chama “Cueca”, uma dança nacional que representa a conquista entre mulheres e homens, e é dançada assim nos largos, em jardins, num encontro espontâneo de dezenas de pessoas).

Esta cidade está viva e com muito para conhecer. Sinto que o Chile é um país mais desenvolvido, mais “igual” aos nossos olhos, que todos por onde já passei.

Há coisas que se ganham outras que se perdem. Talvez acabe por sentir que tem menos personalidade e, por estes lados, esses traços são fortes, mas ganhamos no conforto e reconhecimento dos hábitos que, ao fim de quase 3 meses fora de casa, me sabem bem. Aluguei um apartamento para estes dias e vou cozinhar, que saudades. Escolhi o Barrio Lastarria, boémio, restaurantes óptimos, muitas galerias de arte e música e arte de rua, multicultural, perto dos maiores pontos de interesse. Aconselho.

Foi em pequenos passeios que fui explorando a cidade. Cerro Santa Lucia, subida no funicular ao Cerro San Cristóbal, Barrios Bellavista, Bellas Artes, Los Condes, a vista absurda no topo do Sky Costanera, a ida à tasca típica “La Piojera“, provar a bebida “terremoto” e atacar um “arrollado de hueso” encerram mais um país. Não me conquistou absolutamente esta cidade e cuidado com o budget, pois os preços aqui são muito diferentes, para não dizer caríssimos.

E mesmo quando estava a arrumar a mochila, a terra tremeu. Meu Deus nunca tinha sentido um terramoto. As pernas pareciam ter formigueiro e as varandas abanavam diante dos meus olhos. Está tudo bem, aos poucos o burburinho das ruas passa e o meu coração deixa de estar estupefacto. Foi só um susto e um tremor de 5,2. Por estes lados é comum (isto sou eu ainda a mentalizar-me). A somar experiências até ao fim.

Começo a deixar bagagem para trás para guardar as poucas recordações que tenho vindo a comprar. É o equilíbrio da vida e o peso da minha mochila. Acho incrível a capacidade que se desenvolve de conseguir enfiar uma casa inteira nesta mochila. Mas o mais importante não se pesa, vive-se, e esta será uma mochila carregada para a vida.

E lá vamos nós, uma vez mais... O meu Chile não acabava aqui, mas tive de mudar um pouco os planos em termos de logística e preços de vôo. Voo até ao último (omg nem acredito que já passou) lugar especial que me falta desta grande viagem mas... vou entrar por outro país. Mal posso esperar para estar lá! Um dos lugares que nunca esperei visitar tão cedo. Aiiii, venham comigo que eu prometo contar tudo da minha história na... Argentina!

KISSES FROM HAPPYPRATA

[Acompanhe as viagens de Sara Prata aqui no Vogue.pt]

*O texto reflete ipsis verbis as entradas de Sara Prata no diário ao longo da viagem e a atriz escreve ao abrigo do antigo acordo ortográfico.

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