Uma celebração de liberdade, num encontro entre o prazer e a utilidade.
Uma celebração de liberdade, num encontro entre o prazer e a utilidade.
Qualidade. Não há melhor palavra para descrever esta maison. A qualidade é tudo para a Hermès e para todos aqueles que procuram a marca. O portefólio é composto por peças intemporais, as famosas peças de investimento que duram anos e anos dentro do nosso guarda-roupa. A passerelle foi composta por linhas ultra clean, uma ornamentação contida e um estilo que não falha: blazers de corte masculino, coletes de pescador minimalistas e saias em pele.
Muitas das propostas desta estação caíram no conceito de roupa enquanto proteção, já Nadège Vanhee-Cybulski, a diretora criativa da Hermès, focou-se num guarda-roupa familiar, no anseio pela já referida Moda duradoura. Acima de tudo, esta coleção é sobre “liberdade, liberdade para reinventar, para sonhar com uma conexão, um espírito inovador,” escreveu a designer nas notas do desfile. A passerelle para este desfile ergue-se no Tennis Club de France, que muitos recordam ainda como o espaço que Phoebe Philo utilizava para as suas apresentações na Céline. Vanhee-Cybulski fez parte da equipa de Philo antes de passar para a norte-americana The Row, influencias que depressa identificamos nas propostas que tem vindo a apresentar na Hermès.
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