Não é o Oriente, ou a Julieta, mas também não é o sol, porque a famosa frase da obra de Shakespeare não refere um espelho e sim uma janela.
Não é o Oriente, ou a Julieta, mas também não é o sol, porque a famosa frase da obra de Shakespeare não refere um espelho e sim uma janela. Mas menciona a reflexão de Romeu sobre a sua amada e, se há superfície que incite a refletir, é o espelho. Reflexo ou reflexão, o retrato, ou melhor, o autorretrato que ele nos devolve, fomenta a autoanálise, a reflexão do eu refletido, a introspeção, que invariavelmente cria as utopias necessárias que constituímos simbolicamente para construir a nossa ideia da realidade. A nossa imagem do real. Ou talvez a nossa imaginação do surreal.
Direção criativa e fotografia de Guilherme Nabhan. Styling de David Pollak.
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Editorial | The Naif Issue, fevereiro 2026
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