Numa ode à feminilidade e legado da sua fundadora, Elizabeth Arden apresenta o novo eau de parfum Eternal Aura: um manifesto pelo empoderamento da mulher contemporânea.
Há aromas que contam histórias, cujas notas nos transportam entre universos e realidades, convidando-nos a abraçar diferentes partes da nossa identidade. Afinal, ser mulher é isso mesmo: um caleidoscópio de experiências, memórias e peculiaridades. Mas é também um processo de constante evolução, de uma eterna mutação capaz de se adaptar aos vaivéns da vida moderna. E é precisamente numa celebração dessa feminilidade efervescente que Elizabeth Arden apresenta a sua nova fragrância: o eau de parfum Eternal Aura.
Como o primeiro lançamento da marca em 8 anos, o perfume nasce de uma fusão de vários elementos pensados ao mais ínfimo pormenor. Acima de tudo, é uma ode à feminilidade da mulher que deu nome, vida, corpo e alma à marca, e cujo legado de empoderamento feminino carrega muito do ADN da casa. Com uma composição floral ambarada que se assume como luminosa, sofisticada e envolvente, o Eternal Aura visa traduzir o espírito contemporâneo da feminilidade através de um equilíbrio sensorial e profundo. Assinado pelas perfumistas Anne Flipo e Natasha Côté- Mouzannar, a fragrância combina notas como pimenta rosa, pêra Nashi e pitaia com acordes como peónia, rosa e hibisco, jasmim sambac e fava-tonka.
A campanha do novo Eternal Aura é também um dos momentos a destacar desta nova aventura da marca nova iorquina. Protagonizada por Leighton Meester, que deu vida à inimitável Blair Waldorf em Gossip Girl, a campanha reforça o lado cosmopolita que vive de forma tão presente no universo de Elizabeth Arden, ao mesmo tempo que espelha uma nova interpretação do conceito de feminilidade em plena época contemporânea.
Num cenário tingido de tonalidades rosa, em ode ao icónico Arden Pink, Elizabeth Arden celebrou o lançamento do Eternal Aura com um momento pensado para homenagear a fundadora da marca. O próprio frasco do perfume, com uma estrutura ondulada e arquitetónica, celebra as raízes do legado de Arden, enquanto o nome da fragrância vai um passo à frente e partilha as suas iniciais com a marca. Entre flores e história, o perfume marca um novo capítulo na história de Elizabeth Arden, ainda que seja um firme convite para (re)visitar o passado e descobrir tudo o que torna a marca tão única.
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Editorial | The Humor Issue, outubro 2026
07 Oct 2026
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