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Tendências 31. 1. 2022

Slow Living

 

Tempo morto? Diga-se, antes, tempo vivo. Esse onde nos deixamos estar a desfrutar o momento. Esse onde nos deixamos estar a apreciar o deslizar dos minutos. Para quê correr atrás do tempo quando ele pode passar por nós, vagaroso e preguiçoso, como um boost de energia para uma vida que não se quer nem um sprint, nem uma maratona, antes um passeio demorado de do- mingo à tarde. Tempo morto? É onde se vive mais. Em peças que nos abraçam e que podiam desfilar em qualquer passadeira vermelha, mas que nem pedem protagonismo em passerelle, porque preferem o lugar de primeira fila. No sofá.

Fotografia de Anne Piqué. Styling de Roxana Mirtea.

 

Camisola, BOTTEGA VENETA.

 

Body e relógios G-Timeless, tudo GUCCI. Calções, da produção. Meias, WOLFORD.

Camisola, EMPORIO ARMANI. Camisola de gola alta, ISA BOULDER. Saia, Y/PROJECT. Meias, FALKE. Ligas, da produção.

Camisola e calças, ambas LOEWE.

Bolero, WOLFORD. Body, MAISON MARGIELA. Saia, LOUIS VUITTON. Collants, FALKE. Sapatos, da produção

Soutien, MAISON LEJABY. Calças, VERONIQUE LEROY. Cinto, CELINE BY HEDI SLIMANE. Corset, da produção.

Casaco, MAX MARA. Camisola, UNIQLO.

Vestido, RAVE REVIEW. Soutien, MAISON LEJABY. Collants vintage, CHRISTIAN LACROIX.

Vestido, ALEXANDER MCQUEEN.

 

Ficha técnica:

Modelo: Irene Guarenas @ Oui Management.

Cabelos: Pierre Saint Sever.

Maquilhagem: Caroline Fenouil.

Casting: Nicolas Bianciotto @ Ikki Casting.

Produção: The Art Board.

Assistente de fotografia: Jérôme Couderc.

 

Editorial realizado em exclusivo para a Vogue Portugal.