Instagram via @dazed
Para a campanha da coleção outono/inverno 2025, a Maison Margiela revelou Miley Cyrus como o seu primeiro ícone, após quatro décadas sem colaborar com celebridades.
Desde a sua fundação, em 1988, a Maison Margiela optou por permanecer envolta em anonimato, tornando-se sinónimo de privacidade e mistério. Fiel à convicção de que as suas criações resultam de um esforço coletivo, e não apenas uma única força criativa, a maison construiu um legado pautado por uma visão irreverente e vanguardista.
Hoje, numa nova era da sua história e assinalando a estreia de Glenn Martens como diretor criativo, a Maison Margiela apresentou a coleção outono/inverno 2025, protagonizada pela cantora e atriz Miley Cyrus, sob a lente de Paolo Roversi. Em comunicado, a marca afirma: "A artista é retratada sob uma nova luz, despojada e imersa nos códigos fundamentais e nas expressões do arquétipo da Maison."
Num gesto criativo que presta homenagem ao anonimato tão característico da Margiela, a nova campanha surge numa paleta cromática neutra, onde a construção das peças é realçada e os símbolos da marca são celebrados.
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