Apesar do mundo contemporâneo teimar em pô-la à prova, terá de ser sempre o item prioritário numa lista do que aí vem ou, pelo menos, do que deveria vir. Podemos trabalhá-la, podemos almejá-la, podemos desejá-la e, ainda que não possamos, muitas vezes, prevê-la, podemos tentar precipitá-la.
Porque a paz pode não parecer, neste momento, uma tendência vindoura, mas o mundo não precisa de se subjugar à sua falibilidade nas mãos de uns poucos para a colocar no topo das respostas à questão What’s Next? Porque, no que diz respeito à paz, nunca deve ser tomada por garantida: deverá ser sempre algo pela qual teremos, incongruentemente, de lutar. Por isso, nas próximas páginas, traja-se o branco que lhe serve de cor-símbolo, como uma tela vazia onde se inscreverão todas as ações de tolerância, cooperação e amor que o planeta não só pede, antes exige.
Editorial realizado em exclusivo para a Vogue Portugal.
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