A doçura ou a luxúria? A inocência ou a sedução? A ingenuidade ou a mestria da provocação? Ao que parece — e segundo mostram as páginas seguintes —, pode ter-se e dominar-se tudo.
Com um guarda-roupa que apela ao imaginário mais naïf, mas uma atitude que exala poder, a nossa protagonista é um misto de sugar and spice and everything nice. Na nobreza destes backgrounds e no luxo dos materiais do vestuário, há qualquer coisa que transparece (e não estamos apenas a falar dos looks) e que é maior que qualquer rótulo decorrente do cenário que envolve esta Lolita aristocrata: há uma delicadeza tornada em força que é manuseada para apelar, para conquistar, para prender. Não se deixe enganar: não há nada de inocente aqui.
Editorial realizado em exclusivo para a Vogue Portugal.
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