No último dia de desfiles da Semana da Moda de Copenhaga, as passerelles da capital dinamarquesa voltaram a reforçar a sustentabilidade e a narrativa como motes essenciais à criação artística. Nos bastidores, a lente de Dasha Semyonova revelou o que se esconde para lá da cortina de um desfile de Moda.
Quando se fala do calendário da Moda, Copenhaga assume-se como o barómetro a ter em conta no que ao street style diz respeito. Com uma energia eclética, valores sustentáveis e protagonista da estética scandi que há muito que se tornou tão atemporal quanto fascinante, a influência da capital dinamarquesa na indústria tem vindo a solidificar-se dentro das passerelles. Na edição que marca o 20º aniversário do evento, a Semana da Moda de Copenhaga apresentou propostas de designers estabelecidos e emergentes para a estação quente do próximo ano. No último dia de desfiles, Collina Strada celebrou a sua estreia em território europeu para sugerir silhuetas de produção sustentável e inspiradas na natureza. Já I.AM.ISIGO explorou os conceitos de legado e cultura, expondo-os perante uma eterna procura de identidade. Por sua vez, Solitude Studios traduziu a teoria sociológica e o pensamento filosófico em elementos tangíveis, repletos de uma narrativa que prima pela estrutura, sem nunca descurar a praticidade do vestuário.
Solitude Studios
Collina Strada
I.AM.ISIGO
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