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Chanel: Gabrielle Independente

Guestlist 18. 10. 2017

Chanel: o sofá e Proust

by Vogue Portugal

 

As palavras de Proust não são suficientes quando a cabeça fervilha de ideias e a preguiça não tem lugar nesta manhã de sábado.

A criatividade precisa de um escape. A varanda vai definitivamente ajudar a concretizar projetos. Pego na chávena de café e deixo Proust no sofá.

Preciso de trabalhar, mas não o faço se não for nas melhores condições, porque a inspiração incita a qualidade e a concretização do resultado final ideal. A azáfama da rua pesa na indecisão: trabalho em casa ou saio em busca de um cenário citadino?

Escolha uma das duas opções abaixo:

A1. Fico em casa. Afinal, é o meu reflexo e a minha maior fonte de inspiração, estas paredes e estes detalhes escolhidos a dedo por mim e só por mim. Muitos foram os amigos que tentaram fazer chegar a sua marca a estas paredes, mas todos estes cantos têm as minhas iniciais. Algumas sugestões aceitei e dei-lhes o meu twist. As outras agradeci, apenas. Este lar é meu. Este lar sou eu. Coloco o meu Rouge Chanel nos lábios e sento-me o mais perto da janela possível. E descubro a minha Gabrielle aqui...

A2. As pérolas que espreitam da caixa de jóias convidam à saída. Acrescento um alfinete em forma de estrela cadente cravejado de diamantes - a luz cinza do dia vai fazê-lo brilhar e guiar-me na direção certa para aquele projeto entre mãos. Receio de usar uma jóia tão imponente numa manhã de sábado? A vontade não tem horas e o estilo também não, mesmo que signifique um punhado de diamantes ao peito de uma rapariga sentada no chão de uma margem do Sena. Conformidade? Só com as minhas decisões. E descubro a minha Gabrielle aqui...

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