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Pessoas 17. 1. 2020

10 coisas que aprendemos com o livro de memórias Becoming de Michelle Obama

by Mathilde Misciagna

 

Caloroso, sábio e revelador, Becoming é o acerto de contas profundamente pessoal de uma mulher de alma e substância que desafiou e desafia constantemente as expectativas - e cuja história nos inspira, entre outras coisas, a construir uma vida com significado. No dia em que comemora 56 anos, relembramos 10 coisas que aprendemos com o memoire Becoming - com mais de dez milhões de cópias vendidas.

© Getty Images

Com uma vida cheia de significado e realização pessoal, Michelle Obama tornou-se uma das mulheres mais icónicas do nosso tempo. Como primeira-dama dos Estados Unidos da América - a primeira afro-americana a desempenhar esse papel - ajudou a criar a Casa Branca mais acolhedora e inclusiva da história, além de se estabelecer como uma poderosa defensora das mulheres e meninas nos EUA e noutros países do mundo, mudando dramaticamente a forma como as famílias constroem vidas mais saudáveis ​​e ativas, e permanecendo ao lado do marido enquanto ele conduzia o país em alguns dos seus momentos mais angustiantes. Nas suas memórias, um trabalho de reflexão profunda e narrativa fascinante, Michelle Obama convida os leitores a entrarem no seu mundo, descrevendo as experiências que a moldaram - desde sua infância em Chicago passando pelos seus anos como executiva à procura de um equilíbrio saudável entre carreira e maternidade, até ao tempo que passou na morada mais famosa do mundo. Com uma honestidade crua e algum humor, Michelle descreve as suas vitórias e decepções, tanto públicas quanto privadas, contando toda a história exatamente como a viveu - nas suas próprias palavras e nos seus próprios termos. 

Becoming, Michelle Obama

Para celebrar o seu 56º aniversário, reunimos 10 das várias lições que apredendemos com Becoming. 

1- Quando estamos realmente dedicados a algo e quando temos uma missão, tudo é possível. É possível tentar mudar o mundo e concorrer a uma posição de tamanho destaque e poder e, ao mesmo tempo, construir uma família e um casamento. Tudo isto nunca descurando os princípios e as crenças que nos movem.

2- Os adultos não devem perguntar às crianças aquilo que querem ser quando forem grandes porque crescer é um processo contínuo e infinito. É uma pergunta sobre a qual Michelle reflete logo no início do livro. Crescer, ultrapassar obstáculos e lidar com a vida e com o que ela implica. 

3- Crescer lembra-nos da temporalidade das diversas fases da nossa vida. Tudo tem uma duração, nada é para sempre. Para o bem e para o mal.

4- Vamos ter momentos de solidão ao longo da nossa vida, mas temos que aprender a lidar com essa solidão da melhor maneira possível. 

5- Independemente daquilo que somos, do que fazemos ou do sítio de onde viemos, as pessoas vão questionar-nos e nós não temos como impedi-lo, devendo apenas aceitar. 

6- Vivemos numa era em que dedicamos demasiado tempo a pensar no resultado final daquilo a que nos propomos a fazer, mas temos que aprender a amar o processo também. 

7- Ao revelar o facto de ter procurado aconselhamento matrimonial com o marido Barack, Michelle mostra que é ok procurar ajuda e ser vulnerável. Sendo um casal que o mundo tem no seu imaginário como idílico e que admira a tantos níveis, é muito importante compreender que as dificuldades e os desafios existem no casamento (e em qualquer relação amorosa) e tudo o que é necessário fazer para que esta dure no tempo e funcione. 

8- Michelle refere no livro o facto de muitas vezes ir com as amigas, a quem ela chama de sisterhood, para retiros onde passa horas longe de tudo e com isso mostra-nos a importância de haver uma pausa das exigências e pressões do quotidiano para um reset, introspecção e para voltar ao foco. 

9- Devemos comprometer-nos, hoje mais do que nunca, para que haja uma mudança social. Mesmo que essa mudança ocorra no perímetro à nossa volta. Quanto tempo dispensamos a pensar no outro? Nos problemas à nossa volta? Fazer a diferença, mesmo que nas coisas mais pequenas, é essencial. 

10- Por último, uma das aprendizagens mais relevantes deste livro passa pela reflexão sobre a dualidade entre tornar-se e ser. Não é tão importante despender tanto tempo a tentar ser de uma determinada maneira quanto o é a pensar em quem nos queremos tornar. Michelle faz no livro a seguinte pergunta "Do we settle for the world as it is or the world as it could be?". Podemos escolher olhar para as coisas como elas são e aceitá-las, trabalhando a partir daí ou, por outro lado, podemos pensar em como é que gostávamos que as coisas fossem, a direção que queremos tomar. 

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