Boomerang da Chanel causa polémica


A marca francesa está a ser acusada de desrespeitar a cultura aborígene australiana com um dos seus mais recentes lançamentos.

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Instagram: @jeffreestar  © D.R @jeffreestar

Boomerang da Chanel causa polémica


A marca francesa está a ser acusada de desrespeitar a cultura aborígene australiana com um dos seus mais recentes lançamentos.

17 Mai 2017 • 19 52 H



Para lá das colecções de pronto-a-vestir, acessórios ou beleza, a Chanel é também conhecida pelas edições limitadas de artigos de desporto como pranchas de surf, esquis, ou até bolas de basquetebol – no entanto, o relançamento deste design da marca francesa tem sido falado pelas piores razões.

Tudo começou depois de Jeffree Star, maquilhador norte-americano muito popular nas redes sociais, ter publicado na última segunda-feira uma imagem de um boomerang que faz parte da pré-coleção primavera/verão 2017 da Casa francesa, por € 1800. Segundo o The New York Times, a Chanel tem vindo a vender boomerangs desde 2005, reinventando-os a cada estação. 

Foram várias as pessoas que mostram a sua indignação online com a fotografia publicada, acusando a marca francesa de apropriação cultural e afirmando que o artigo é uma ofensa para com o povo aborígene, para quem o boomerang era um instrumento de sobrevivência.

Em declaração ao Guardian Australia, a Chanel veio já pedir desculpa pelo sucedido, explicando que não era intenção da marca ofender o povo australiano, defendendo o seu compromisso de respeito por todas as culturas.

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