The short list


O pixie não é o corte indicado para quem sofre do coração. Felizmente para nós, as meninas de Hollywood não têm problemas de cardiologia.

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O pixie não é o corte indicado para quem sofre do coração. Felizmente para nós, as meninas de Hollywood não têm problemas de cardiologia.
01 Jun 2017 • 11 44 H



Vem dos anos 20, popularizou-se na década de 60, e a frescura de hoje deambula entre o andrógino e o infantil, num allure que pode conquistar por qualquer um dos extremos: a radicalidade ou a baixa manutenção. A não esquecer, também, que o fator imitação não joga inocuamente na balança, porque quando Sienna Miller, Kate Moss ou Jean Seberg atingem a irresistibilidade sem as longas madeixas onduladas de mulher fatal, a sedução do corte aumenta 100 pontos percentuais.



Aqui, o que conta não é a intenção: se fosse, teríamos de ter em conta a influência fatal de Andy Warhol nas madeixas castanhas de Edie Sedgwick, a homenagem de Michelle Williams a Heath Ledger ou as obrigações contratuais de Hollywood, que obrigam, muitas vezes, a máquina zero. Não, concentremo-nos antes nos resultados finais, que de Audrey Hepburn a Twiggy, de Mia Farrow a Goldie Hawn, de Carey Mulligan ao recente choque de Anne Hathaway fazem do cabelo cortado “à rapazinho” mais que uma tendência: um retorno obrigatório.

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Vera Lúcia Mendes   12:57 - 10-06-2016
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Ana Lucia Mendes o que achas? Ficava-me bem?
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Maria Ribeiro   17:36 - 23-08-2015
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Teresa Cunha
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Nélia Caldas   23:05 - 19-08-2015
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Um dia destes...
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