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Inspiring Women 8. 11. 2018

Chris Evert: “O ténis tirou-me da minha concha”

 

Já falámos neste canal de muitas heroínas atuais do ténis, mas faltava-nos falar de quem quebrou as barreiras que separavam o ténis feminino dos aplausos que merece. Senhoras e senhores, Chris Evert.

“Sinto que a minha vida está dividida em três partes. O meu primeiro terço foi todo sobre ténis, a minha carreira, tornar-me número 1 e pensar em mim e na minha ambição. O meu segundo terço foi todo sobre família, criar os meus três filhos, ser casada e gostar mesmo de estar em casa. E agora estou a entrar no meu terceiro terço que é sobre encontrar a paz dentro de mim.” Comecemos pela primeira.

A estreia de Chris Evert com uma raquete na mão foi aos cinco anos. “Quando tinha 13 anos, percebi que estava muito perto das mulheres de topo do país. Foi aí que provei o gosto do sucesso. E foi aí que percebi que tinha o que era preciso no meu coração e comecei realmente a acreditar que podia tornar-me numa delas. Mas nunca pensei derrotar a jogadora número 1 do mundo, nunca, e especialmente não aos 15 anos. Isso foi o início de tudo.” E o início de tudo não lhe trouxe só o estrelato - só isso teria sido mais do que incrível, claro. Mas trouxe-lhe também confiança, coragem. Trouxe-lhe tudo aquilo de que uma menina precisa para se tornar numa mulher. “Era muito tímida quando era mais nova”, conta, “mas quando comecei a jogar ténis, o court tornou-se no meu palco. Encontrei algo que fazia bem e que aumentava a confiança que tinha em mim. Gostava quando me batiam palmas, gostava dessa atenção. O ténis tirou-me da minha concha”.

Claro que tirou. Foi, por exemplo, a primeira tenista feminina a apresentar o Saturday Night Live, foi a primeira a ganhar um prémio de um milhão de dólares, foi número 1 do mundo durante sete anos seguidos. Sete. Nos entretantos, lutou pela igualdade de pagamento para as mulheres, lutou pelos direitos das mulheres, de mãos dadas com as suas adversárias, com as suas amigas. Tornou-se grande, sim, mas também porque tornou o desporto maior.

“Jogar uma partida de ténis é muito como a vida”, costuma dizer. “Se estás em baixo, ainda podes recuperar. E eu acho que se estás em baixo na vida, ainda podes mudar o teu rumo. Ensina-te muito sobre determinação, sobre aguentares-te e não desistires. Ensina-te muito sobre ti, a seres confiante quando estás no court e quando estás fora dele.” Chris Evert é extremamente ponderada, é focada, é assertiva. Sabe o que quer e o que tem de fazer para o atingir. Era elegante no jogo tal como hoje é elegante na vida, de Rolex no pulso, com o título de Embaixadora Rolex que abraça com tudo o que tem. “Quando olho para o meu Rolex não vejo 18 Grand Slams, mas um reflexo de todas as fases da minha vida combinadas: não só do ténis, mas também da minha vida familiar, a minha vida de empresária, e todos os objetivos que consegui atingir. É uma extensão de mim. [...] Fico muito orgulhosa por usar um relógio Rolex, sinto que estou num exclusivo clube de excelência, de pessoas mesmo bem sucedidas e cheias de classe. Quando comecei a usar Rolex, há mais de 25 anos, era tudo sobre Jackie Stewart e Arnold Palmer e Jack Nicklaus, e depois tornou-se mais Roger Federer. É a nata da nata. Não são só as pessoas mais bem sucedidas, mas os melhores desportistas, os mais bem comportados, é sobre classe e integridade. Quando olho para o meu relógio vejo um clube do qual me sinto muito, muito honrada por fazer parte.” Oh, o que sentirão então os membros que se veem ao lado de Evert.

 

Veja o vídeo abaixo.

As Embaixadoras Rolex são mulheres notáveis. Mulheres fortes, mulheres poderosas, mulheres que ultrapassaram todas as montanhas e todos os mares e todos os desertos por pura força de vontade. São mulheres que inspiram por existir, inspiram porque não se inibem de partilhar as suas histórias para que todos os outros - mulheres ou homens - saibam que sim, tudo é possível. E são essas histórias que a Vogue vai partilhar, ao longo de 2018, em Inspiring Women. Porque as palavras contam. Porque as mulheres contam. Porque o poder nasce todos os dias.

 

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