"Inspiring Women" In Partnership With

Rolex Logo
Artigo Anterior

A alma que treme

Inspiring Women 11. 10. 2018

Angelique Kerber: “Fui para mostrar ao mundo que sou uma das melhores”

 

Em julho de 2018, Angelique Kerber bateu Serena Williams na final de Wimbledon. Não foi a primeira vez que chegou ao topo do mundo e, pelo caminho, teve de cair muitas vezes da montanha para aprender como se festeja no cume.

 

Aos três anos, a vida da alemã já eram raquetes e bolas amarelas. Aos 15 passou a profissional. Prodígio, sim, e Angelique acreditava piamente que dentro dos próximos anos hastearia a bandeira de Nº1. Só que demorou 12 e, quando conseguiu, levou outro troféu: a de Nº1 mais velha do mundo. Parece estranho o título quando Kerber tinha apenas 28 anos, mas o ténis conhece tantos jovens génios, no auge da sua força, que vencer aos 28 é, de facto, uma conquista. Foi por isso que Kerber se sentiu tão feliz. “Tive muitos altos e baixos através dos quais aprendi e estou a aproveitar o jogo muito mais do que há cinco ou dez anos”, diz a jogadora. “Foi por isso que fiquei tão satisfeita por chegar ao topo quando cheguei. Quanto tinha 15 anos, sonhava estar onde estou hoje. Mas não é tão fácil como eu achei que ia ser.”

 

Estávamos em 2011. Angelique Kerber chegava no número 91 do ranking e, ninguém sabia muito bem como, era finalista do U.S. Open, em Nova Iorque. “Foi o grande avanço da minha carreira. Comecei o ano a perder todos os jogos logo no início. Isso foi muito duro. E quando cheguei a Nova Iorque, o último Grand Slam do ano, estava a jogar ténis outra vez como uma criança: com muita paciência, com diversão e alegria. A partir daquele momento, acreditei em mim e no meu jogo. Vencer em Nova Iorque foi a minha maior conquista.” O que aconteceu aqui foi que Kerber parou para pensar. Devia fazer outra coisa? Porque é que continuava a jogar? O ténis seria mesmo a vida dela? Sim, por enquanto sim. Então respirou e percebeu que não se estava realmente a divertir. Estava a trabalhar, claro, estava a esforçar-se, mas não se estava a divertir. Não estava feliz. Parou, respirou, jogou. Ganhou.

E o Nº1 chegou. Em 2016, no Australian Open, venceu Serena Williams. “Na minha primeira final de um Grand Slam estava muito nervosa porque não fazia ideia do que esperar. Mas pensei para mim ‘Ok, tens de aproveitar esta oportunidade, porque não sabes se vais jogar talvez mais uma, ou duas, ou três finais de um Grand Slam na tua vida’. E eu fui para mostrar ao mundo que sou uma das melhores.” E é, tanto que voltou a vencer Williams em 2018 - mas não são estas vitórias que a alemã traz mais perto do coração. “Nova Iorque é muito especial para mim por causa de 2011. Comprei este relógio há dois anos quando estava em Nova Iorque. Só estive dez minutos na loja porque sabia exatamente que relógio queria". O relógio era Rolex. "Neste ponto da minha carreira, pensei, ‘Ok, agora que consegui tanto, é a altura para comprar alguma coisa para mim.’ Escolhi Nova Iorque porque foi o ponto de viragem da minha carreira. (...) Acho que este relógio também é parte de mim. Usá-lo dá-me confiança porque conheço a história do relógio e sinto-me bem quando posso usá-lo, quando posso mostrá-lo às pessoas que talvez não conheçam a minha história.” Angelique não só usa o relógio ao punho como carrega no peito o orgulho de ser uma das Embaixadoras Rolex.

 

Agora conhecem. Agora as pessoas conhecem a história da Embaixadora Rolex que sabe que não é a frieza que ganha troféus: é o amor. Só com verdadeiro amor ao que se faz é que a vida vale a pena. Com trabalho vê-se o cume da montanha. Com amor hasteia-se a bandeira.

 

Veja Angelique em ação, no vídeo abaixo.

 

As Embaixadoras Rolex são mulheres notáveis. Mulheres fortes, mulheres poderosas, mulheres que ultrapassaram todas as montanhas e todos os mares e todos os desertos por pura força de vontade. São mulheres que inspiram por existir, inspiram porque não se inibem de partilhar as suas histórias para que todos os outros - mulheres ou homens - saibam que sim, tudo é possível. E são essas histórias que a Vogue vai partilhar, ao longo de 2018, em Inspiring Women. Porque as palavras contam. Porque as mulheres contam. Porque o poder nasce todos os dias.

Artigos Relacionados

Inspiring Women 9. 8. 2018

Lydia Ko: “Quando perco, isso ajuda-me a crescer como pessoa”

Não é fácil ser um prodígio, não é fácil ser um génio. Mas é um privilégio poder existir num mundo onde ao mesmo tempo respiram talentos como Lydia Ko.

Ler mais

Inspiring Women 12. 7. 2018

Annika Sörenstam: “Em primeiro lugar, tens de ser fiel a ti mesmo”

Como é que se chega ao topo do mundo? Trabalho, trabalho, trabalho. Como é que se fica lá? Amor, amor, amor.

Ler mais

Inspiring Women 14. 6. 2018

Sylvia Earle: "Acho que devia estar na moda importarmo-nos"

Conhecer Sylvia Earle devia ser obrigatório a todos os seres humanos. A Embaixadora Rolex, ativista, fundadora da Mission Blue, não é só uma força da natureza: é a maior fonte de inspiração.

Ler mais

Inspiring Women 17. 5. 2018

Garbiñe Muguruza: “Grandeza é quando atinges os teus objetivos”

A história de Garbiñe Muguruza é muito simples: uma menina tem um sonho, uma menina trabalha para atingir esse sonho, a mulher vive esse sonho. Sim, a história de Muguruza é muito simples. E é por isso que é tão boa.

Ler mais

Inspiring Women 13. 4. 2018

Yuja Wang: “Quanto mais praticas e exploras coisas diferentes, mais encontras”

Já alguma vez viu um vídeo de Yuja Wang a tocar piano? Não? Então vá ao YouTube. E depois volte para ler este artigo.

Ler mais

Este website utiliza cookies. Saiba mais sobre a nossa política de cookies.   OK