4. 4. 2018

Primeiras impressões: Creme e máscara de noite Slow Âge da Vichy

 

Depois de lançar o fluido com FPS25, o creme com FPS30 e o cuidado de olhos, a Vichy introduz agora à linha Slow Âge o creme e máscara de noite. 

Esta última novidade promete trabalhar por nós enquanto dormimos, aumentando a oxigenação cutânea da pele durante a noite e contribuir assim para um processo de regeneração mais eficaz. Tem como principal objetivo combater de forma preventiva os sinais de envelhecimento cutâneo provocados não pela nossa herança genética, mas pelas agressões externas como a poluição, raios UV e stress. 

Portanto: eu trabalho e vivo no centro de Lisboa, o meu principal meio de transporte são os transportes públicos, não tenho um horário de alimentação regular e cedo mais vezes que aquelas que gostaria de admitir ao conceito ‘pedir uma pizza’ (tarde e a más horas). Basicamente a única coisa que não faço para prejudicar a minha pele é fumar. Tudo o resto (ou quase tudo) faz parte da minha rotina diária.  

À primeira vista, a cor (um tom de caramelo) não me assusta até porque já vi de tudo (e experimentei de tudo) e associo-a automaticamente a um dos principais ingredientes da sua fórmula, a baicalina. Um extrato da raíz proveniente da planta Baicalina utilizada na medicina chinesa há muitos anos, é um poderoso antioxidante e anti-inflamatório. O que me conquistou imediatamente foi a sua textura, em gel-creme, que proporciona uma sensação do conforto agradável e deixa a pele profundamente nutrida, quase como se estivesse saciada. O seu aroma botânico ajuda a relaxar os sentidos, como se nos embalasse ao deitar.

Ao longo da próxima semana, irei partilhar aqui a evolução (e possíveis resultados) desta nova relação.